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  • Uma rapidinha com o Twin no Bacamarte Bar

    O recém-aberto Bacamarte Bar ocupa um espaço na Vila Industrial vizinho ao Empório Campineiro, a alguns passos do Bar do André, o Rei do Mé, imaginem a motivação da equipe do Cumbuca para visitar o local. Fomos recebidos pelo Twin, que todas as quintas dá o ar da graça no boteco, recebendo os convivas. A autoria da grande maioria dos petiscos e quitutes do cardápio do boteco é de sua responsabilidade. Lá você poderá provar seus famosos croquetes de mortadela, tem porção de camarão empanado e a de pernil, que é muito boa. O Twin Vantini entende do riscado.

    O Bacamarte Bar tem preço honesto, cerveja na temperatura e opção para quem prefere um chope gelado.

    Para quem não se lembra, Bacamarte era o nome de um boteco do saudoso “setor” do Cambuí.

    BACAMARTE BAR

    Rua Sales de Oliveira, 244, Vila Industrial, Campinas
    Tel. (19) 2513-2618
    Clique para ver mais detalhes do Bacamarte Bar

  • Mulheres no boteco: Thaís curte a simplicidade dos botecos

    Thaís de Araújo Jorge, 26 anos

    “Tomei muitas decisões em mesas de boteco, fechei parcerias, discuti política, elaborei projetos, chorei, ri e, como não poderia deixar de ser, conheci meu noivo em uma mesa de boteco”

    Thaís sempre encontra um motivo para botecar. Entre uma pauta e outra na sua rotina agitada de jornalista, sempre reserva um espacinho do seu tempo para conhecer um novo boteco. O motivo pode ser refrescar as ideias depois do expediente, bater papo com gente querida ou bebericar uma gelada sem pretexto, o importante é ir.
    Além disso, Thaís confessa gostar do ambiente plural: “Costumo dizer que uma mesa de bar é a melhor rede social do mundo, porque ela serve de intermédio para a construção de vínculos muito sinceros. O clima que dispensa a formalidade faz com que a gente se permita entrar um pouco no mundo do outro e vice-versa”.
    Pelo menos uma vez por semana ela vai ao boteco com seu parceiro ou amigas e as vezes até com seus pais que diz serem companhias de responsa nas empreitadas botequeiras. A cerveja é a sua primeira escolha, sem preferência por marca, sua única exigência é que esteja bem gelada. Não é muito fã de destilados e drinks mirabolantes que são visualmente bonitos, que nem sempre tem o sabor almejado. Para ela, nada melhor do que uma cerveja pra estender o papo pela tarde ou noite toda.
    Apesar de ir mais pelo convívio e para beber, ela não dispensa uma porção que diz ser uma das melhores partes do rolê: “Não tem como ficar indiferente a uma salada de batata do Rei do Joelho, ou ainda um pastelzinho de joelho com catupiry. O bolovo é outro que cai bem com uma breja geladinha. Acredito que a comida traz muito da história do bar e das pessoas envolvidas naquele espaço em cada tempero, cada ingrediente”.
    Outras porções que fazem seu coração bater mais forte é a mandioca com costela do bar do Bigodi e da Tia Eli, o bolo doido do Bar do Carioca e tábua de frios como salames, queijos e até mesmo o tradicional amendoim dos botecos campineiros.
    Sobre o que mais gosta nos bares ela conta que se sente fisgada pela simplicidade e prosa dos garçons e donos da birosca. Esse contato pessoal, a simpatia, essa troca é uma das experiências mais lindas que já vivenciou, pois diz se sentir acolhida, como se estivesse em casa mesmo.
    Ainda há, porém, inconvenientes nesse universo. E ela enumera: o olhar invasivo de alguns homens quando percebem que só há mulheres na mesa, ou que você está sozinha; o ato de se sentar junto na mesa sem permissão mesmo quando não é bem-vindo e a divulgação de propagandas arcaicas e machistas de brejas, que só atestam um estereótipo bisonho com relação à mulher, estabelecendo relações que não fazem o menor sentido e que ainda estimulam o preconceito, o desrespeito”.
    Apesar disso ainda acontecer, ela se diz feliz em perceber que há um movimento crescente de posicionamento feminino em diversos espaços da sociedade, inclusive dentro dos bares e que já há diálogos mais abertos sobre assuntos como assédio, feminismo e combate a qualquer tipo de opressão.
    Gostou? Participe também contando o que você mais gosta nos bares e botecos!

  • Mulheres no boteco: Thaís curte a simplicidade dos botecos

    Thaís de Araújo Jorge, 26 anos

    “Tomei muitas decisões em mesas de boteco, fechei parcerias, discuti política, elaborei projetos, chorei, ri e, como não poderia deixar de ser, conheci meu noivo em uma mesa de boteco”

    Thaís sempre encontra um motivo para botecar. Entre uma pauta e outra na sua rotina agitada de jornalista, sempre reserva um espacinho do seu tempo para conhecer um novo boteco. O motivo pode ser refrescar as ideias depois do expediente, bater papo com gente querida ou bebericar uma gelada sem pretexto, o importante é ir.
    Além disso, Thaís confessa gostar do ambiente plural: “Costumo dizer que uma mesa de bar é a melhor rede social do mundo, porque ela serve de intermédio para a construção de vínculos muito sinceros. O clima que dispensa a formalidade faz com que a gente se permita entrar um pouco no mundo do outro e vice-versa”.
    Pelo menos uma vez por semana ela vai ao boteco com seu parceiro ou amigas e as vezes até com seus pais que diz serem companhias de responsa nas empreitadas botequeiras. A cerveja é a sua primeira escolha, sem preferência por marca, sua única exigência é que esteja bem gelada. Não é muito fã de destilados e drinks mirabolantes que são visualmente bonitos, que nem sempre tem o sabor almejado. Para ela, nada melhor do que uma cerveja pra estender o papo pela tarde ou noite toda.
    Apesar de ir mais pelo convívio e para beber, ela não dispensa uma porção que diz ser uma das melhores partes do rolê: “Não tem como ficar indiferente a uma salada de batata do Rei do Joelho, ou ainda um pastelzinho de joelho com catupiry. O bolovo é outro que cai bem com uma breja geladinha. Acredito que a comida traz muito da história do bar e das pessoas envolvidas naquele espaço em cada tempero, cada ingrediente”.
    Outras porções que fazem seu coração bater mais forte é a mandioca com costela do bar do Bigodi e da Tia Eli, o bolo doido do Bar do Carioca e tábua de frios como salames, queijos e até mesmo o tradicional amendoim dos botecos campineiros.
    Sobre o que mais gosta nos bares ela conta que se sente fisgada pela simplicidade e prosa dos garçons e donos da birosca. Esse contato pessoal, a simpatia, essa troca é uma das experiências mais lindas que já vivenciou, pois diz se sentir acolhida, como se estivesse em casa mesmo.
    Ainda há, porém, inconvenientes nesse universo. E ela enumera: o olhar invasivo de alguns homens quando percebem que só há mulheres na mesa, ou que você está sozinha; o ato de se sentar junto na mesa sem permissão mesmo quando não é bem-vindo e a divulgação de propagandas arcaicas e machistas de brejas, que só atestam um estereótipo bisonho com relação à mulher, estabelecendo relações que não fazem o menor sentido e que ainda estimulam o preconceito, o desrespeito”.
    Apesar disso ainda acontecer, ela se diz feliz em perceber que há um movimento crescente de posicionamento feminino em diversos espaços da sociedade, inclusive dentro dos bares e que já há diálogos mais abertos sobre assuntos como assédio, feminismo e combate a qualquer tipo de opressão.
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  • Mulheres no boteco: Karina, advogada de responsa

    Karina Venâncio,  24 anos 

    “ Vou ao boteco pra ficar livre, poder rir alto, contar as histórias da semana, conhecer melhor aqueles ‘quase amigos’ que estão na mesa.”

     

    Karina é advogada e trabalha a maior parte do tempo no escritório. É por isso que, nas horas vagas corre para um boteco, onde conta ser seu local preferido para rever amigos ou para um esquenta antes da balada. Ela conta que o boteco é uma boa pedida pra se divertir, sem ter que se preocupar com limpar a casa depois e é por isso que vira e mexe ela e seus amigos vão botecar. O boteco também é um refúgio naqueles dias que parece não ter nenhuma festa ou programação mais animada.

    Nos bares, geralmente pede uma Brahma de 600 ou litrão, não é muito exigente para marcas de cerveja, mas faz questão que esteja trincando. Não é fã de drinks mirabolantes nem destilados puros, por isso, fica na cervejinha. Apesar de ir mais para beber do que comer, confessa que não resiste a uma porção ou outra pra forrar o estômago. As porções clássicas de batata ou polenta frita são as que mais agradam seu paladar botequeiro.

    Karina conta que gosta do clima informal dos botecos: “Sinto que as pessoas ficam mais livres e animadas. É um lugar com menos julgamento, tanto na forma como você age, quanto na forma como se veste. Por isso não frequento os tais ‘barzinhos’, não gosto do ambiente que te força a vestir determinada roupa/sapato ou usar maquiagem pra estar adequada ao lugar. Prefiro o boteco barato, que a gente vai de jeans e camiseta com tênis ou chinelo e tudo certo”, comenta.

    Como mulher, ela conta que o que mais incomoda nos botecos são pessoas invasivas, principalmente homens que ficam com olhares na mesa ou se intrometendo em conversas: “Vou ao boteco porque me sinto livre e não suporto ter essa liberdade tolhida por olhar alheio”, desabafa. Para Karina, a presença cada vez mais forte das mulheres em botecos, se deve ao fato de que “mulher que bebe” parou de ser vista como algo ruim pela maioria e assim elas se sentem menos reprimidas de frequentar esses espaços.

    As idas aos botecos sempre trazem histórias e lembranças memoráveis e com Karina não é diferente. Quem disse que não surgem amizades verdadeiras nos botecos? Ela conta que, nas mesas de bar, muitos desconhecidos já se tornaram amigos, que já ouviu histórias das mais bizarras de amigos seus e que já viu contas de bares exorbitantes, mas que sempre se dá um jeitinho de pagar dividindo de forma justa entre os amigos botequeiros. Quando tem música ao vivo conta que já é de praxe pedir músicas e se divertir dançando com os clássicos sertanejos, sambão ou o que tiver tocando.

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  • Bares e Botecos de Campinas

    [ultimate_spacer height=”84″]O QUE QUER BUSCAR NO GUIA? BOTECO, PETISCO, POR BAIRRO? É SÓ DIGITAR E BUSCAR[javo_single_search_form input_field=”keyword” single_search_button_color=”#114024″][ultimate_spacer height=”74″][rev_slider alias=”clean-news-post-based21″][ultimate_heading main_heading=”BOTECO DO MÊS” main_heading_color=”#114024″ sub_heading_color=”#878787″ main_heading_font_size=”desktop:18px;” main_heading_line_height=”desktop:28px;” main_heading_margin=”margin-top:28px;margin-bottom:28px;” main_heading_style=”font-weight:bold;”][/ultimate_heading][ultimate_heading main_heading=”BLOG DO CUMBUCA” main_heading_color=”#8e8e8e” sub_heading_color=”#878787″ main_heading_font_size=”desktop:18px;” main_heading_line_height=”desktop:28px;” main_heading_margin=”margin-top:28px;margin-bottom:28px;” main_heading_style=”font-weight:bold;”][/ultimate_heading]

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    [ultimate_spacer height=”36″][ultimate_heading main_heading=”SELEÇÃO DE BOTECOS” main_heading_color=”#6d6d6d” sub_heading_color=”#878787″ main_heading_font_size=”desktop:28px;” main_heading_line_height=”desktop:28px;” main_heading_margin=”margin-bottom:28px;” sub_heading_font_size=”desktop:16px;” sub_heading_line_height=”desktop:18px;” sub_heading_margin=”margin-top:22px;margin-bottom:22px;” main_heading_style=”font-weight:bold;”]Escalamos 22 botecos imperdíveis para você visitar antes de morrer[/ultimate_heading][ultimate_spacer height=”36″][javo_featured_items_slider random=”rand” count=”22″]

    Tem muiiitoooo boteco bom
    para comer e beber bem em Campinas!

    [stat_counter icon=”Defaults-beer” icon_size=”28″ icon_color=”#114024″ icon_style=”circle” icon_animation=”pulse” counter_title=”BOTECOS NO GUIA” counter_value=”401″ speed=”4″ font_size_title=”18″ font_size_counter=”42″ counter_color_txt=”#114024″][ult_buttons btn_title=”CLIQUE PARA VER TODOS NO GUIA” btn_link=”url:http%3A%2F%2Fwww.cumbuca.com.br%2Fcampinas-botecos-e-bares-guia-cumbuca%2F||” btn_size=”ubtn-block” btn_title_color=”#ffffff” btn_bg_color=”#114024″ icon_size=”32″ btn_icon_pos=”ubtn-sep-icon-at-left” btn_font_size=”24″][ultimate_icons align=”uavc-icons-center”][single_icon icon=”Defaults-facebook facebook-f” icon_size=”46″ icon_margin=”10″ icon_color=”#aaaaaa” icon_style=”circle” icon_link=”url:https%3A%2F%2Fwww.facebook.com%2Fcumbucacps||target:%20_blank” icon_animation=”fadeIn”][single_icon icon=”Defaults-instagram” icon_size=”46″ icon_margin=”10″ icon_color=”#aaaaaa” icon_style=”circle” icon_link=”url:https%3A%2F%2Fwww.instagram.com%2Fcumbucacps%2F||target:%20_blank” icon_animation=”fadeIn”][single_icon icon=”Defaults-twitter” icon_size=”46″ icon_margin=”10″ icon_color=”#aaaaaa” icon_style=”circle” icon_link=”url:https%3A%2F%2Ftwitter.com%2Fcumbucacps||target:%20_blank” icon_animation=”fadeIn”][single_icon icon=”Defaults-pinterest” icon_size=”46″ icon_margin=”10″ icon_color=”#aaaaaa” icon_style=”circle” icon_link=”url:https%3A%2F%2Fbr.pinterest.com%2Fcumbucacps%2F||target:%20_blank” icon_animation=”fadeIn”][single_icon icon=”Defaults-youtube” icon_size=”46″ icon_margin=”10″ icon_color=”#aaaaaa” icon_style=”circle” icon_link=”url:https%3A%2F%2Fwww.youtube.com%2Fuser%2FoCumbuca||target:%20_blank” icon_animation=”fadeIn”][/ultimate_icons]

  • CUMBUCA – Bares e Botecos de Campinas

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    Tem muiiitoooo boteco bom
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  • Mulheres no boteco: Veridiana divide trabalho com lazer nos botecos

    Veridiana Weinlich, 33 anos

    “Pra minha família comida é demonstração de amor e de cuidado. Então, quando vou a um boteco, espero encontrar esse amor”

    Veri vira e mexe vai a um boteco. Um dos motivos que a levam às biroscas da cidade é a comida servida na casa. Essa tradição já vem de berço, porque desde pequena se acostumou a reunir-se com a família em volta da mesa e dividir pratos e histórias incríveis: “Pra gente comida é demonstração de amor e de cuidado, então, quando vou até um boteco, espero encontrar esse amor”.
    Além do rango, ela conta que no bar o combo cerveja gelada + carisma do dono + ambiente informal + preços acessíveis a atrai e muito. Para completar a lista de razões, ela diz que seu trabalho como produtora cultural e seu envolvimento com o Concurso Comida Di Buteco há 7 anos (agora, como coordenadora local) também influencia nas idas aos botecos.
    Os motivos citados a levam ao bar pelo menos duas vezes na semana em períodos “normais”. Já durante o Comida di Buteco a história é outra. O evento acontece durante 24 dias corridos nos meses de abril a maio e, por conta disso, ela frequenta botecos todos os dias, chegando a fazer maratona de 10 botequins por dia. Haja fígado!
    As companhias nas jornadas pelos botecos são várias, desde sua namorada e fiel escudeira, até amigos, primos, sogros, cunhados e, às vezes, até a mãe de paladar exigente. Neste último caso ela confessa que não arrisca e opta pelos bares selecionados, com cardápio já conhecido. Assim, sabe que sua mãe irá aprovar. Vez ou outra também vai sozinha para relaxar e bater papo com os donos dos botecos encostada nos balcões, como uma boa botequeira gosta de fazer.
    Sua pedida preferida pra tomar é cerveja, mas também experimenta algum drink, cachaça ou shot especial da casa se tiver sido indicado pelo dono ou pelos garçons. Quando o assunto é comida ela diz que seus preferidos são os lanches “boquinha de anjo”, tradicionais em Campinas, com possibilidades de sabores variados e inusitados.
    Sobre a presença cada vez mais empoderadora das mulheres nos bares e botecos e que supera a quantidade de homens, ela comenta: “No processo de votação do Comida di Buteco temos na cédula de voto a opção do gênero. Tivemos no ano passado, no resultado nacional, 56% de votos femininos. Se você pensar, há 20 anos tratava-se de um universo completamente masculino e sem espaço para as mulheres. É claro que o mundo vem sofrendo suas mudanças sociais, mas acredito que com o aperfeiçoamento da culinária, da democratização do espaço, com a mídia e concursos de boteco, o acesso ficou mais fácil. Assim, a mulher, que costuma ser mais exigente, está cada vez mais em busca de qualidade e de ocupar esses estabelecimentos”.
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  • Mulheres no boteco: Veridiana divide trabalho com lazer nos botecos

    Veridiana Weinlich, 33 anos

    “Pra minha família comida é demonstração de amor e de cuidado. Então, quando vou a um boteco, espero encontrar esse amor”

    Veri vira e mexe vai a um boteco. Um dos motivos que a levam às biroscas da cidade é a comida servida na casa. Essa tradição já vem de berço, porque desde pequena se acostumou a reunir-se com a família em volta da mesa e dividir pratos e histórias incríveis: “Pra gente comida é demonstração de amor e de cuidado, então, quando vou até um boteco, espero encontrar esse amor”.
    Além do rango, ela conta que no bar o combo cerveja gelada + carisma do dono + ambiente informal + preços acessíveis a atrai e muito. Para completar a lista de razões, ela diz que seu trabalho como produtora cultural e seu envolvimento com o Concurso Comida Di Buteco há 7 anos (agora, como coordenadora local) também influencia nas idas aos botecos.
    Os motivos citados a levam ao bar pelo menos duas vezes na semana em períodos “normais”. Já durante o Comida di Buteco a história é outra. O evento acontece durante 24 dias corridos nos meses de abril a maio e, por conta disso, ela frequenta botecos todos os dias, chegando a fazer maratona de 10 botequins por dia. Haja fígado!
    As companhias nas jornadas pelos botecos são várias, desde sua namorada e fiel escudeira, até amigos, primos, sogros, cunhados e, às vezes, até a mãe de paladar exigente. Neste último caso ela confessa que não arrisca e opta pelos bares selecionados, com cardápio já conhecido. Assim, sabe que sua mãe irá aprovar. Vez ou outra também vai sozinha para relaxar e bater papo com os donos dos botecos encostada nos balcões, como uma boa botequeira gosta de fazer.
    Sua pedida preferida pra tomar é cerveja, mas também experimenta algum drink, cachaça ou shot especial da casa se tiver sido indicado pelo dono ou pelos garçons. Quando o assunto é comida ela diz que seus preferidos são os lanches “boquinha de anjo”, tradicionais em Campinas, com possibilidades de sabores variados e inusitados.
    Sobre a presença cada vez mais empoderadora das mulheres nos bares e botecos e que supera a quantidade de homens, ela comenta: “No processo de votação do Comida di Buteco temos na cédula de voto a opção do gênero. Tivemos no ano passado, no resultado nacional, 56% de votos femininos. Se você pensar, há 20 anos tratava-se de um universo completamente masculino e sem espaço para as mulheres. É claro que o mundo vem sofrendo suas mudanças sociais, mas acredito que com o aperfeiçoamento da culinária, da democratização do espaço, com a mídia e concursos de boteco, o acesso ficou mais fácil. Assim, a mulher, que costuma ser mais exigente, está cada vez mais em busca de qualidade e de ocupar esses estabelecimentos”.
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  • Mulheres no boteco: Veridiana divide trabalho com lazer nos botecos

    Veridiana Weinlich, 33 anos

    “Pra minha família comida é demonstração de amor e de cuidado. Então, quando vou a um boteco, espero encontrar esse amor”

    Veri vira e mexe vai a um boteco. Um dos motivos que a levam às biroscas da cidade é a comida servida na casa. Essa tradição já vem de berço, porque desde pequena se acostumou a reunir-se com a família em volta da mesa e dividir pratos e histórias incríveis: “Pra gente comida é demonstração de amor e de cuidado, então, quando vou até um boteco, espero encontrar esse amor”.
    Além do rango, ela conta que no bar o combo cerveja gelada + carisma do dono + ambiente informal + preços acessíveis a atrai e muito. Para completar a lista de razões, ela diz que seu trabalho como produtora cultural e seu envolvimento com o Concurso Comida Di Buteco há 7 anos (agora, como coordenadora local) também influencia nas idas aos botecos.
    Os motivos citados a levam ao bar pelo menos duas vezes na semana em períodos “normais”. Já durante o Comida di Buteco a história é outra. O evento acontece durante 24 dias corridos nos meses de abril a maio e, por conta disso, ela frequenta botecos todos os dias, chegando a fazer maratona de 10 botequins por dia. Haja fígado!
    As companhias nas jornadas pelos botecos são várias, desde sua namorada e fiel escudeira, até amigos, primos, sogros, cunhados e, às vezes, até a mãe de paladar exigente. Neste último caso ela confessa que não arrisca e opta pelos bares selecionados, com cardápio já conhecido. Assim, sabe que sua mãe irá aprovar. Vez ou outra também vai sozinha para relaxar e bater papo com os donos dos botecos encostada nos balcões, como uma boa botequeira gosta de fazer.
    Sua pedida preferida pra tomar é cerveja, mas também experimenta algum drink, cachaça ou shot especial da casa se tiver sido indicado pelo dono ou pelos garçons. Quando o assunto é comida ela diz que seus preferidos são os lanches “boquinha de anjo”, tradicionais em Campinas, com possibilidades de sabores variados e inusitados.
    Sobre a presença cada vez mais empoderadora das mulheres nos bares e botecos e que supera a quantidade de homens, ela comenta: “No processo de votação do Comida di Buteco temos na cédula de voto a opção do gênero. Tivemos no ano passado, no resultado nacional, 56% de votos femininos. Se você pensar, há 20 anos tratava-se de um universo completamente masculino e sem espaço para as mulheres. É claro que o mundo vem sofrendo suas mudanças sociais, mas acredito que com o aperfeiçoamento da culinária, da democratização do espaço, com a mídia e concursos de boteco, o acesso ficou mais fácil. Assim, a mulher, que costuma ser mais exigente, está cada vez mais em busca de qualidade e de ocupar esses estabelecimentos”.
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  • Um amor chamado Rio de Janeiro

    Não é à toa que o Rio de Janeiro continua lindo. Toda beleza exaltada nas músicas não é exagero. Basta uma pisada na capital carioca para as almas mais sensíveis e criativas se apaixonarem pela magia que envolve a cidade.
    QUEM FAZ)