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  • Linguiceria Campinas – Boteco do Mês

    Bastou colocar os pés no assoalho restaurado do casarão e a sensação foi que já tínhamos, horas a fio, gastado nossos cotovelos ali na Linguiceria.

    | Linguiceria – Boteco do Mês – Setembro 2014

    A recém inaugurada Linguiceria (Campinas) fica na esquina das ruas Barão Geraldo de Rezende com a Dr. Alberto Sales, no Botafogo.

    Ainda não sabemos afinal se foi a simpatia e receptividade do pessoal, se foi o acervo sensacional de fotos históricas de Campinas nas paredes, se foi imaginar que, em tempos antigos, a família Cury conferia da janela do casarão a produção dos tradicionais chapéus do outro lado da rua, ou se foi, por fim, o cardápio que fez nossa equipe babar em cima da mesa novinha. Acontece que a sintonia com a Linguiceria foi de primeira. (mais…)

  • Boteco Formol – Boteco do Mês

    Três visitas foram necessárias para darmos conta de experimentar todo o cardápio do Boteco Formol.

    | Boteco Formol – Boteco do Mês – Julho 2014

     

    O Boteco Formol foi apresentado por um amigo das antigas, William Lima, que conheceu o bar e logo virou frequentador. Para nós do Cumbuca, foram necessárias três visitas para conseguirmos dar conta de experimentar tudo o que queríamos e ainda conhecer de perto o proprietário, o Rafa, que é uma grande figura. (mais…)

  • Bar do Tio (Bar do Rafa) – Boteco do Mês

    Em cumbucada organizada por Adriano Dias, saímos cedo para encontrar o Mercadão ainda aberto e visitar o Bar do Tio. Encontramos o Rafa, sobrinho que comanda o boteco.

    | Bar do Tio (Bar do Rafa) – Boteco do Mês – Abril de 2014

    O Mercadão que completa 106 anos, guarda uma preciosidade. O boteco é obrigatório para quem aprecia a baixa gastronomia.

    Em cumbucada organizada por Adriano Dias, saímos cedo para encontrar o Mercadão ainda aberto e visitar o Bar do Tio. Encontramos o Rafa, sobrinho que comanda o boteco.

    Quem diria, em local tão tradicional e querido da cidade, há muito tempo funciona um excelente boteco até então desconhecido por nossa equipe.

    A tabuleta do box 111 estampa o nome do Bar do Tio, mas quem toca o boteco é o sobrinho. Justo os fregueses rebatizarem o local como Bar do Rafa. O tio, não o bar, mudou de endereço e o Rafa, que praticamente cresceu atrás daquele balcão, convocou o resto da família para auxiliar a empreita. Dona Maria, mãe do Rafael e sua esposa Sueli comandam a extraordinária cozinha que fica no mezanino. O pai, Seo Gentil, ajuda no atendimento. (mais…)

  • Nosso Cantinho (Bar do Vanilson)

    As mesas de madeira na estreita calçada e o aroma de churrasco que vinha do boteco chamaram a atenção do Cumbuca: Nosso Cantinho (Bar do Vanilson).

    | Nosso Cantinho – Março 2014

    Espetinhos e bilhar no Jardim Leonor

    Nosso amigo Adriano Rosa passou pela frente do boteco algumas vezes, observou o pessoal apinhado nas mesas de madeira que ocupam a estreita calçada do bar e percebeu que o local valia uma visita. (mais…)

  • Vendinha do Klinke – Boteco do Mês

    Uma indicação do nosso amigo Adriano Dias e lá fomos nós para a Vendinha do Klinke. O boteco fica escondido ali próximo do viaduto que separa o Mercadão do bairro Botafogo, na Rua Falcão Filho.

    | Vendinha do Klinke – Boteco do Mês – Março de 2014

    Pense em uma tradicional vendinha de secos e molhados de bairro onde tem de tudo para vender – fazer uma lista do que vimos naquelas prateleiras levaria o dia todo. De um lado um pequeno balcão que protege a cozinha encimado de linguiças, vidros de pimenta e temperos pendurados; do outro, as geladeiras onde você encontra cerveja na temperatura ideal por preços honestíssimos; no meio um espaço interno disputado e, do lado de fora, uma calçada que acomoda muita gente. Essa é a Vendinha do Klinke. (mais…)

  • Bar de Ponta Cabeça do Cadão

    Cadão e o irmão prometeram deixar tudo de ponta cabeça até o dia em que a Ponte encerrasse a seca que dura 113 anos: Bar de Ponta Cabeça.

    | Bar de Ponta Cabeça – Dezembro de 2013

    Tudo de ponta cabeça, uma homenagem do dono à macaca do coração

    Para que ainda não conheceu, o Bar de Ponta Cabeça comandado por Claudemir Barsi, o Cadão, é um exemplo de paixão pelo time do coração. Há 30 anos Cadão e o irmão já falecido fizeram a promessa de virar de ponta cabeça tudo que tinha no bar até o dia que a Ponte Preta encerrasse a seca de canecos. Foi uma brincadeira que virou marca registrada do boteco. (mais…)

  • Um cafezinho no capricho

    Nós, brasileiros, já estamos tão habituados a tomar café que, na maioria das vezes, tomamos café de qualquer jeito. Péssimo hábito!

    Quando alguém pergunta se o café de tal lugar é bom, quase sempre ficamos restritos à informação sobre a temperatura – “O café de lá está sempre quente” – ou sobre a intensidade – “É bem forte”.

    Mas, para avaliar de fato se o café é bom, é preciso verificar muito mais que isso. Estar quente e forte não asseguram a qualidade de um bom cafezinho. Há características muito mais determinantes como o aroma, a persistência do sabor na boca (sabor residual), a acidez, o corpo, a cremosidade e, naturalmente, o sabor.

    Aí vem a pergunta obrigatória: Como identificar um bom café?

    AROMA
    Começando pelo aroma, um café de qualidade deve ter cheiros que se assemelham a amêndoas, caramelo, cereais crus ou torrados, chocolate, especiarias, frutas e nozes. Não todos ao mesmo tempo, mas pelo menos alguns deles. Se cheirar batata, remédio, borracha, terra ou mofo, não tome.

    PERSISTÊNCIA
    Com relação ao sabor que fica na boca, basta verificar se o gosto adocicado do café (sem adição de açúcar) permaneceu. Se ficou amargo é um mal sinal. Mas se fica aquele gosto equilibrado, está ótimo.

    SABOR
    Para identificar o sabor, em si, é importante sentir a harmonia do doce, do amargo e da acidez. Deve haver equilíbrio: pouca acidez, pouco amargor e um toque doce (repito, sem adição de açúcar).

    CREMOSIDADE
    A cremosidade pode ser observada no café expresso. Quando receber a xícara, assim que ela sair da máquina, observe se o tom da espuma é cor de avelã, com algumas nuances (o chamado padrão tigrado). Isso é um bom sinal. A espuma também deve ser espessa e durar cerca de 2 minutos antes de dissolver.

    CORPO
    Para avaliar o corpo da bebida é preciso apurar mais um pouco o paladar, porque isso depende de uma percepção tátil. Você vai sentir na língua, quando ela bater no céu da boca e você perceber a viscosidade e a oleosidade. Parece esquisito, mas quando começar a tomar vários cafés com esta preocupação logo vai conseguir identificar.

    APURANDO
    Beber um copinho de água (com ou sem gás) antes de fazer esta degustação ajuda bastante a deixar a boca preparada. Dentro deste padrão, o café dará satisfação garantida.

    O problema é que a partir daí você já não vai mais tomar café de qualquer jeito.

    Adriana Menezes

  • Bar Basso – Boteco do Mês

    No Bar Basso, em ponto tradicionalíssimo no centro de Campinas, experimentamos a melhor omelete da baixa gastronomia da cidade.

    | Bar Basso – Boteco do Mês – Setembro 2013

    Em mais uma indicação do nosso amigo e companheiro de balcão, o fotógrafo Adriano Rosa, encontramos mais um boteco tradicional que vale a pena conhecer.

    Em mais uma noite ciceroneada pelo companheiro Adriano Rosa, fomos verificar uma lenda do centro de Campinas, a de maior e melhor omelete da baixa gastronomia da cidade. (mais…)

  • Taberna D’Oliveira do ex-dono do Éden Bar

    Mais uma noite perdidos, encontramos a recomendada Taberna D’Oliveira do ex-dono do Éden Bar.

    | Taberna D’Oliveira – Agosto 2013

    No Parque São Quirino buscávamos um bar indicado e acabamos encontrando outro.

    Já nos tinham passado a dica da Taberna D’Oliveira e ficamos curiosos em conhecer o bar do ex-dono do Éden Bar. (mais…)

  • Botequim da Zepha – Boteco do Mês

    Na esquina da Uruguaiana, perto do Bosque dos Jequitibás, fica o Botequim da Zepha.

    | Botequim da Zepha – Boteco do Mês – Julho 2013

    Os amigos Du, Digão e Gare ficavam do outro da rua imaginando que ali seria um Botequim. Sorte nossa.

    Ali, perto do Bosque dos Jequitibás, em um espaço que já abrigou um armazém do bairro, fica o Botequim da Zepha. Os donos do bar, músicos, costumavam ver o local do outro lado da rua e, entre uma aula de música e outra, resolveram que ali seria um novo Botequim. Bom para todos nós. Apesar de batucarmos por aí nosso negócio é um balcão e uma mesinha de madeira e lá, tem os dois. Para nós são bons indicadores, ainda mais quando tem enciclopédias em um canto e um queijo mineiro pendurado acima de nossas cabeças. Foi ali mesmo que abrimos os trabalhos. (mais…)