Categoria: Bares & Botecos

Série: Bares & Botecos

  • Tem até lugar para a molecada dar um sossego – Bonjour Barão (bom conferir os dias) | Cumbuca Bares e Botecos

    Tem até lugar para a molecada dar um sossego – Bonjour Barão (bom conferir os dias) | Cumbuca Bares e Botecos

  • Porpetemos! As melhores porpetas dos botecos de Campinas

    Até mesmo entre especialistas, cozinheiros e botequeiros de plantão não há um consenso sobre o conceito do famoso tira-gosto. Em nossas andanças atrás das melhores porpetas de Campinas ouvimos de tudo, inclusive diferentes alcunhas para o tradicional petisco de boteco: suvaqueira, porpeta, porpetone, polpetone, almôndega, bola de carne, tapa na cara e por aí vai. (mais…)

  • Porpetemos! As melhores porpetas dos botecos de Campinas

    Até mesmo entre especialistas, cozinheiros e botequeiros de plantão não há um consenso sobre o conceito do famoso tira-gosto. Em nossas andanças atrás das melhores porpetas de Campinas ouvimos de tudo, inclusive diferentes alcunhas para o tradicional petisco de boteco: suvaqueira, porpeta, porpetone, polpetone, almôndega, bola de carne, tapa na cara e por aí vai. (mais…)

  • Porpetemos! As melhores porpetas dos botecos de Campinas

    Até mesmo entre especialistas, cozinheiros e botequeiros de plantão não há um consenso sobre o conceito do famoso tira-gosto. Em nossas andanças atrás das melhores porpetas de Campinas ouvimos de tudo, inclusive diferentes alcunhas para o tradicional petisco de boteco: suvaqueira, porpeta, porpetone, polpetone, almôndega, bola de carne, tapa na cara e por aí vai. (mais…)

  • Um casal e um petisco

    Dois a dois.
    Duas cadeiras.
    Uma mesa.
    Dois copos.
    Dois líquidos.
    Dois corpos.
    Um espaço.
    Dois braços.
    Um tira-gosto.
    Dois tímidos, fritas.
    Dois extrovertidos, croquetes.
    Dois famintos, pernil.
    Dois divertidos, coxinha.
    Dois ousados, moela.
    Dois experientes, mocotó.
    Dois iniciantes, pastéis.
    Dois relaxados, amendoim.
    Dois católicos, bolinho de bacalhau.
    Dois budistas, bolinho de arroz.
    Dois hippies, azeitonas.
    Dois saudosistas, bolovo.
    Dois universitários, salame.
    Dois e dois que dividem um.
    Um que tem cara de dois.
     


    Lívia Mota,  jornalista colaboradora do Cumbuca (saiba mais sobre a autora do artigo no QUEM FAZ)

  • Estudo afirma que cerveja não dá barriga e faz bem à saúde

    Parem as rotativas! É isso aí. A Scientific Review, patrocinada por uma empresa de cervejas (não vimos nada suspeito nisso!), apontou que a cerveja contém menos calorias que bebidas como o vinho e o suco de laranja. Ainda tem mais mais: o suco de cevada traz benefícios à saúde como prover vitaminas e prevenir doenças do coração, osteoporose e diabetes. No entanto, sempre há um porém, segundo os pesquisadores “Excesso de álcool aumenta o risco de doenças no fígado e a cerveja pode ocasionar isso tanto quanto qualquer outra bebida. Para eles a tal “barriguinha de cerveja seria um mito: “A cerveja tem sido associada como uma bebida com muita caloria e que faz engordar, o que não é verdade. Se você beber muita cerveja você vai criar uma barriga, mas é a mesma barriga de alguém que beba a mesma quantidade de vinho“, disse  Kathryn O’Sullivan, a doutora que conduziu a pesquisa. Em suma, não existe argumento para que a cerveja cause uma barriga em especial, mas sim qualquer coisa em excesso pode causar barriga.

    As dicas então para continuar bem:

    . Beba menos cerveja e cervejas melhores! (um fardinho da mais barata por dia não é recomendável!);
    . Vá ao boteco a pé ou exercite-se mais para queimar o combustível adquirido;
    . Se a tal “barriguinha” já está lá, aceite-a e viva bem com saúde!

    Beba moderadamente, independentemente da quantidade.

  • Ao sul de Campinas: ótimos botecos e uma turma daquelas

    Alguns bairros de Campinas nos fazem conhecer um pouco mais sobre a cidade. Quando a gente sai sem rumo, mas com direção, sofrem nossos fígados, já sabemos. Mas não adianta. Não temos dúvidas de que vale a pena tirar os pés da rotina, da obrigação, e deixar-se levar de balcão em balcão.

    Depois de conhecermos o formidável Bar da Árvore, no Nova Europa, deliberamos o rumo da cumbucada e tomamos a rota em direção ao sul de Campinas (sim, Campinas tem Sul).
    Mansos, chegamos ao Bar do Kim, uma indicação certeira. Famoso nas cercanias por comemorar o dia da pingaiada (sempre no dia 2 de janeiro), Florisvaldo, o Kim, tradicionalmente nesse dia distribui todo tipo de birita acompanhada de uma churrascada daquelas. Tudo na faixa. Um gesto franco de agradecimento aos clientes fiéis. Mas, voltando à mesa, lá pela terceira rodada contávamos somente com uns espetinhos de frango honestos, porém insuficientes pros estômagos e pra companhia do vira lata que bate ponto por lá. Kim, atarefado atrás do balcão, lançou logo uma ameaça ao nosso companheiro que, tarimbado, sumiu do mapa. Resolvemos que era hora de encostar o cotovelo no balcão e puxar uma conversa com a turma do bar. Parênteses: essa coisa de turma do bar muitas vezes é encarada com um tom pejorativo por aí mas, para nós, é uma das verdadeiras instituições de boteco que se preza. Todo mundo se conhece desde sempre e pelo apelido de infância.
    Voltando pro balcão, o papo já estava bem animado, quando um da turma cochichou com o Kim e saiu sem se despedir, dando a impressão de caso urgente. Não demorou mais uma rodada e ele, o Delmo, estava de volta com uma deliciosa porção de arroz com brócolis feita de próprio punho. De estômagos reconfortados e com o aval do Kim, não sem antes prometer que voltaríamos para experimentar a porção de cavalinha que ele prepara, acatamos a ideia do Cabeça da turma (é o apelido dele mesmo) e migramos para outro boteco da vizinhança.

    Escoltados pelo Cabeça, chegamos ao Bar do Beto, cravado na mesma rua do Bar da Árvore. Logo nos chamou a atenção o fato de que parte da turma que havíamos deixado no Kim já estava no novo balcão tomando as primeiras cervejas. Surreal. Beto, o proprietário, e Vicente, o mestre cuca do boteco, nos receberam de braços abertos, oferecendo cerveja a preços honestíssimos e recomendando o lanche de pernil, o mais pedido pela freguesia. Valeu a pena. O lanche é muito bom. Aliás, o Bar do Beto é ótimo, um autêntico botequim do Nova Europa com direito a rifas de tudo que se possa imaginar, porções frias cortadas na hora, porções quentes, lanches, salgados e pratos (a freguesia recomendou a feijoada que sai no almoço das sextas).Teremos que voltar com mais calma para experimentar o cardápio e reencontrarmos os figuras que conhecemos por lá. Quando o Beto recolheu o baralho, desligou a TV e já ia apagando as luzes, aceitamos a sugestão do Cabeção (a essa hora o Cabeça já tinha partido, mas havia deixado na retaguarda o companheiro de mesma alcunha) de mudarmos de balcão, segundo ele, para o último a fechar das cercanias.Para constar, alguns dos personagens dessa via-sacra: Cabeça, Cabeção, Buzina, Piu-Piu, Alemão, Risadinha, Mineiro, Bicheiro (de verdade), Liminha, Delegado (ex), Delmo, Paulo, Carlão entre outras figuraças.

    Bar do Kim

    Rua Durval Ulhôa Cintra, 86, Parque Jambeiro – Campinas
    Ver ficha completa

    Bar do Beto

    Rua São Miguel Arcanjo, 950, Jardim Nova Europa
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    Bar da Tânia

    Rua Durval Ulhôa Cintra, 86, Parque Jambeiro – Campinas
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  • Ao sul de Campinas: ótimos botecos e uma turma daquelas

    Alguns bairros de Campinas nos fazem conhecer um pouco mais sobre a cidade. Quando a gente sai sem rumo, mas com direção, sofrem nossos fígados, já sabemos. Mas não adianta. Não temos dúvidas de que vale a pena tirar os pés da rotina, da obrigação, e deixar-se levar de balcão em balcão.

    Depois de conhecermos o formidável Bar da Árvore, no Nova Europa, deliberamos o rumo da cumbucada e tomamos a rota em direção ao sul de Campinas (sim, Campinas tem Sul).
    Mansos, chegamos ao Bar do Kim, uma indicação certeira. Famoso nas cercanias por comemorar o dia da pingaiada (sempre no dia 2 de janeiro), Florisvaldo, o Kim, tradicionalmente nesse dia distribui todo tipo de birita acompanhada de uma churrascada daquelas. Tudo na faixa. Um gesto franco de agradecimento aos clientes fiéis. Mas, voltando à mesa, lá pela terceira rodada contávamos somente com uns espetinhos de frango honestos, porém insuficientes pros estômagos e pra companhia do vira lata que bate ponto por lá. Kim, atarefado atrás do balcão, lançou logo uma ameaça ao nosso companheiro que, tarimbado, sumiu do mapa. Resolvemos que era hora de encostar o cotovelo no balcão e puxar uma conversa com a turma do bar. Parênteses: essa coisa de turma do bar muitas vezes é encarada com um tom pejorativo por aí mas, para nós, é uma das verdadeiras instituições de boteco que se preza. Todo mundo se conhece desde sempre e pelo apelido de infância.
    Voltando pro balcão, o papo já estava bem animado, quando um da turma cochichou com o Kim e saiu sem se despedir, dando a impressão de caso urgente. Não demorou mais uma rodada e ele, o Delmo, estava de volta com uma deliciosa porção de arroz com brócolis feita de próprio punho. De estômagos reconfortados e com o aval do Kim, não sem antes prometer que voltaríamos para experimentar a porção de cavalinha que ele prepara, acatamos a ideia do Cabeça da turma (é o apelido dele mesmo) e migramos para outro boteco da vizinhança.

    Escoltados pelo Cabeça, chegamos ao Bar do Beto, cravado na mesma rua do Bar da Árvore. Logo nos chamou a atenção o fato de que parte da turma que havíamos deixado no Kim já estava no novo balcão tomando as primeiras cervejas. Surreal. Beto, o proprietário, e Vicente, o mestre cuca do boteco, nos receberam de braços abertos, oferecendo cerveja a preços honestíssimos e recomendando o lanche de pernil, o mais pedido pela freguesia. Valeu a pena. O lanche é muito bom. Aliás, o Bar do Beto é ótimo, um autêntico botequim do Nova Europa com direito a rifas de tudo que se possa imaginar, porções frias cortadas na hora, porções quentes, lanches, salgados e pratos (a freguesia recomendou a feijoada que sai no almoço das sextas).Teremos que voltar com mais calma para experimentar o cardápio e reencontrarmos os figuras que conhecemos por lá. Quando o Beto recolheu o baralho, desligou a TV e já ia apagando as luzes, aceitamos a sugestão do Cabeção (a essa hora o Cabeça já tinha partido, mas havia deixado na retaguarda o companheiro de mesma alcunha) de mudarmos de balcão, segundo ele, para o último a fechar das cercanias.Para constar, alguns dos personagens dessa via-sacra: Cabeça, Cabeção, Buzina, Piu-Piu, Alemão, Risadinha, Mineiro, Bicheiro (de verdade), Liminha, Delegado (ex), Delmo, Paulo, Carlão entre outras figuraças.

    Bar do Kim

    Rua Durval Ulhôa Cintra, 86, Parque Jambeiro – Campinas
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    Bar do Beto

    Rua São Miguel Arcanjo, 950, Jardim Nova Europa
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    Bar da Tânia

    Rua Durval Ulhôa Cintra, 86, Parque Jambeiro – Campinas
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  • Ao sul de Campinas: ótimos botecos e uma turma daquelas

    Alguns bairros de Campinas nos fazem conhecer um pouco mais sobre a cidade. Quando a gente sai sem rumo, mas com direção, sofrem nossos fígados, já sabemos. Mas não adianta. Não temos dúvidas de que vale a pena tirar os pés da rotina, da obrigação, e deixar-se levar de balcão em balcão.

    Depois de conhecermos o formidável Bar da Árvore, no Nova Europa, deliberamos o rumo da cumbucada e tomamos a rota em direção ao sul de Campinas (sim, Campinas tem Sul).
    Mansos, chegamos ao Bar do Kim, uma indicação certeira. Famoso nas cercanias por comemorar o dia da pingaiada (sempre no dia 2 de janeiro), Florisvaldo, o Kim, tradicionalmente nesse dia distribui todo tipo de birita acompanhada de uma churrascada daquelas. Tudo na faixa. Um gesto franco de agradecimento aos clientes fiéis. Mas, voltando à mesa, lá pela terceira rodada contávamos somente com uns espetinhos de frango honestos, porém insuficientes pros estômagos e pra companhia do vira lata que bate ponto por lá. Kim, atarefado atrás do balcão, lançou logo uma ameaça ao nosso companheiro que, tarimbado, sumiu do mapa. Resolvemos que era hora de encostar o cotovelo no balcão e puxar uma conversa com a turma do bar. Parênteses: essa coisa de turma do bar muitas vezes é encarada com um tom pejorativo por aí mas, para nós, é uma das verdadeiras instituições de boteco que se preza. Todo mundo se conhece desde sempre e pelo apelido de infância.
    Voltando pro balcão, o papo já estava bem animado, quando um da turma cochichou com o Kim e saiu sem se despedir, dando a impressão de caso urgente. Não demorou mais uma rodada e ele, o Delmo, estava de volta com uma deliciosa porção de arroz com brócolis feita de próprio punho. De estômagos reconfortados e com o aval do Kim, não sem antes prometer que voltaríamos para experimentar a porção de cavalinha que ele prepara, acatamos a ideia do Cabeça da turma (é o apelido dele mesmo) e migramos para outro boteco da vizinhança.

    Escoltados pelo Cabeça, chegamos ao Bar do Beto, cravado na mesma rua do Bar da Árvore. Logo nos chamou a atenção o fato de que parte da turma que havíamos deixado no Kim já estava no novo balcão tomando as primeiras cervejas. Surreal. Beto, o proprietário, e Vicente, o mestre cuca do boteco, nos receberam de braços abertos, oferecendo cerveja a preços honestíssimos e recomendando o lanche de pernil, o mais pedido pela freguesia. Valeu a pena. O lanche é muito bom. Aliás, o Bar do Beto é ótimo, um autêntico botequim do Nova Europa com direito a rifas de tudo que se possa imaginar, porções frias cortadas na hora, porções quentes, lanches, salgados e pratos (a freguesia recomendou a feijoada que sai no almoço das sextas).Teremos que voltar com mais calma para experimentar o cardápio e reencontrarmos os figuras que conhecemos por lá. Quando o Beto recolheu o baralho, desligou a TV e já ia apagando as luzes, aceitamos a sugestão do Cabeção (a essa hora o Cabeça já tinha partido, mas havia deixado na retaguarda o companheiro de mesma alcunha) de mudarmos de balcão, segundo ele, para o último a fechar das cercanias.Para constar, alguns dos personagens dessa via-sacra: Cabeça, Cabeção, Buzina, Piu-Piu, Alemão, Risadinha, Mineiro, Bicheiro (de verdade), Liminha, Delegado (ex), Delmo, Paulo, Carlão entre outras figuraças.

    Bar do Kim

    Rua Durval Ulhôa Cintra, 86, Parque Jambeiro – Campinas
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    Bar do Beto

    Rua São Miguel Arcanjo, 950, Jardim Nova Europa
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    Bar da Tânia

    Rua Durval Ulhôa Cintra, 86, Parque Jambeiro – Campinas
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  • Porpetemos! As melhores porpetas dos bares e botecos de Campinas

    Até mesmo entre especialistas, cozinheiros e botequeiros de plantão não há um consenso sobre o conceito do famoso tira-gosto. Em nossas andanças atrás das melhores porpetas de Campinas ouvimos de tudo, inclusive diferentes alcunhas para o tradicional petisco de boteco: suvaqueira, porpeta, porpetone, polpetone, almôndega, bola de carne, tapa na cara e por aí vai. (mais…)