Categoria: Bares & Botecos

Série: Bares & Botecos

  • CUMBUCA – Bares e Botecos de Campinas

    [ultimate_spacer height=”84″]O QUE QUER BUSCAR NO GUIA? BOTECO, PETISCO, POR BAIRRO? É SÓ DIGITAR E BUSCAR[javo_single_search_form input_field=”keyword” single_search_button_color=”#114024″][ultimate_spacer height=”74″][rev_slider alias=”clean-news-post-based21″][ultimate_heading main_heading=”BOTECO DO MÊS” main_heading_color=”#114024″ sub_heading_color=”#878787″ main_heading_font_size=”desktop:18px;” main_heading_line_height=”desktop:28px;” main_heading_margin=”margin-top:28px;margin-bottom:28px;” main_heading_style=”font-weight:bold;”][/ultimate_heading][ultimate_heading main_heading=”BLOG DO CUMBUCA” main_heading_color=”#8e8e8e” sub_heading_color=”#878787″ main_heading_font_size=”desktop:18px;” main_heading_line_height=”desktop:28px;” main_heading_margin=”margin-top:28px;margin-bottom:28px;” main_heading_style=”font-weight:bold;”][/ultimate_heading]

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    [ultimate_spacer height=”36″][ultimate_heading main_heading=”SELEÇÃO DE BOTECOS” main_heading_color=”#6d6d6d” sub_heading_color=”#878787″ main_heading_font_size=”desktop:28px;” main_heading_line_height=”desktop:28px;” main_heading_margin=”margin-bottom:28px;” sub_heading_font_size=”desktop:16px;” sub_heading_line_height=”desktop:18px;” sub_heading_margin=”margin-top:22px;margin-bottom:22px;” main_heading_style=”font-weight:bold;”]Escalamos 22 botecos imperdíveis para você visitar antes de morrer[/ultimate_heading][ultimate_spacer height=”36″][javo_featured_items_slider random=”rand” count=”22″]

    Tem muiiitoooo boteco bom
    para comer e beber bem em Campinas!

    [stat_counter icon=”Defaults-beer” icon_size=”28″ icon_color=”#114024″ icon_style=”circle” icon_animation=”pulse” counter_title=”BOTECOS NO GUIA” counter_value=”401″ speed=”4″ font_size_title=”18″ font_size_counter=”42″ counter_color_txt=”#114024″][ult_buttons btn_title=”CLIQUE PARA VER TODOS NO GUIA” btn_link=”url:http%3A%2F%2Fwww.cumbuca.com.br%2Fcampinas-botecos-e-bares-guia-cumbuca%2F||” btn_size=”ubtn-block” btn_title_color=”#ffffff” btn_bg_color=”#114024″ icon_size=”32″ btn_icon_pos=”ubtn-sep-icon-at-left” btn_font_size=”24″][ultimate_icons align=”uavc-icons-center”][single_icon icon=”Defaults-facebook facebook-f” icon_size=”46″ icon_margin=”10″ icon_color=”#aaaaaa” icon_style=”circle” icon_link=”url:https%3A%2F%2Fwww.facebook.com%2Fcumbucacps||target:%20_blank” icon_animation=”fadeIn”][single_icon icon=”Defaults-instagram” icon_size=”46″ icon_margin=”10″ icon_color=”#aaaaaa” icon_style=”circle” icon_link=”url:https%3A%2F%2Fwww.instagram.com%2Fcumbucacps%2F||target:%20_blank” icon_animation=”fadeIn”][single_icon icon=”Defaults-twitter” icon_size=”46″ icon_margin=”10″ icon_color=”#aaaaaa” icon_style=”circle” icon_link=”url:https%3A%2F%2Ftwitter.com%2Fcumbucacps||target:%20_blank” icon_animation=”fadeIn”][single_icon icon=”Defaults-pinterest” icon_size=”46″ icon_margin=”10″ icon_color=”#aaaaaa” icon_style=”circle” icon_link=”url:https%3A%2F%2Fbr.pinterest.com%2Fcumbucacps%2F||target:%20_blank” icon_animation=”fadeIn”][single_icon icon=”Defaults-youtube” icon_size=”46″ icon_margin=”10″ icon_color=”#aaaaaa” icon_style=”circle” icon_link=”url:https%3A%2F%2Fwww.youtube.com%2Fuser%2FoCumbuca||target:%20_blank” icon_animation=”fadeIn”][/ultimate_icons]

  • Mulheres no boteco: Veridiana divide trabalho com lazer nos botecos

    Veridiana Weinlich, 33 anos

    “Pra minha família comida é demonstração de amor e de cuidado. Então, quando vou a um boteco, espero encontrar esse amor”

    Veri vira e mexe vai a um boteco. Um dos motivos que a levam às biroscas da cidade é a comida servida na casa. Essa tradição já vem de berço, porque desde pequena se acostumou a reunir-se com a família em volta da mesa e dividir pratos e histórias incríveis: “Pra gente comida é demonstração de amor e de cuidado, então, quando vou até um boteco, espero encontrar esse amor”.
    Além do rango, ela conta que no bar o combo cerveja gelada + carisma do dono + ambiente informal + preços acessíveis a atrai e muito. Para completar a lista de razões, ela diz que seu trabalho como produtora cultural e seu envolvimento com o Concurso Comida Di Buteco há 7 anos (agora, como coordenadora local) também influencia nas idas aos botecos.
    Os motivos citados a levam ao bar pelo menos duas vezes na semana em períodos “normais”. Já durante o Comida di Buteco a história é outra. O evento acontece durante 24 dias corridos nos meses de abril a maio e, por conta disso, ela frequenta botecos todos os dias, chegando a fazer maratona de 10 botequins por dia. Haja fígado!
    As companhias nas jornadas pelos botecos são várias, desde sua namorada e fiel escudeira, até amigos, primos, sogros, cunhados e, às vezes, até a mãe de paladar exigente. Neste último caso ela confessa que não arrisca e opta pelos bares selecionados, com cardápio já conhecido. Assim, sabe que sua mãe irá aprovar. Vez ou outra também vai sozinha para relaxar e bater papo com os donos dos botecos encostada nos balcões, como uma boa botequeira gosta de fazer.
    Sua pedida preferida pra tomar é cerveja, mas também experimenta algum drink, cachaça ou shot especial da casa se tiver sido indicado pelo dono ou pelos garçons. Quando o assunto é comida ela diz que seus preferidos são os lanches “boquinha de anjo”, tradicionais em Campinas, com possibilidades de sabores variados e inusitados.
    Sobre a presença cada vez mais empoderadora das mulheres nos bares e botecos e que supera a quantidade de homens, ela comenta: “No processo de votação do Comida di Buteco temos na cédula de voto a opção do gênero. Tivemos no ano passado, no resultado nacional, 56% de votos femininos. Se você pensar, há 20 anos tratava-se de um universo completamente masculino e sem espaço para as mulheres. É claro que o mundo vem sofrendo suas mudanças sociais, mas acredito que com o aperfeiçoamento da culinária, da democratização do espaço, com a mídia e concursos de boteco, o acesso ficou mais fácil. Assim, a mulher, que costuma ser mais exigente, está cada vez mais em busca de qualidade e de ocupar esses estabelecimentos”.
    Gostou? Participe também contando o que você mais gosta nos bares e botecos!

  • Mulheres no boteco: Veridiana divide trabalho com lazer nos botecos

    Veridiana Weinlich, 33 anos

    “Pra minha família comida é demonstração de amor e de cuidado. Então, quando vou a um boteco, espero encontrar esse amor”

    Veri vira e mexe vai a um boteco. Um dos motivos que a levam às biroscas da cidade é a comida servida na casa. Essa tradição já vem de berço, porque desde pequena se acostumou a reunir-se com a família em volta da mesa e dividir pratos e histórias incríveis: “Pra gente comida é demonstração de amor e de cuidado, então, quando vou até um boteco, espero encontrar esse amor”.
    Além do rango, ela conta que no bar o combo cerveja gelada + carisma do dono + ambiente informal + preços acessíveis a atrai e muito. Para completar a lista de razões, ela diz que seu trabalho como produtora cultural e seu envolvimento com o Concurso Comida Di Buteco há 7 anos (agora, como coordenadora local) também influencia nas idas aos botecos.
    Os motivos citados a levam ao bar pelo menos duas vezes na semana em períodos “normais”. Já durante o Comida di Buteco a história é outra. O evento acontece durante 24 dias corridos nos meses de abril a maio e, por conta disso, ela frequenta botecos todos os dias, chegando a fazer maratona de 10 botequins por dia. Haja fígado!
    As companhias nas jornadas pelos botecos são várias, desde sua namorada e fiel escudeira, até amigos, primos, sogros, cunhados e, às vezes, até a mãe de paladar exigente. Neste último caso ela confessa que não arrisca e opta pelos bares selecionados, com cardápio já conhecido. Assim, sabe que sua mãe irá aprovar. Vez ou outra também vai sozinha para relaxar e bater papo com os donos dos botecos encostada nos balcões, como uma boa botequeira gosta de fazer.
    Sua pedida preferida pra tomar é cerveja, mas também experimenta algum drink, cachaça ou shot especial da casa se tiver sido indicado pelo dono ou pelos garçons. Quando o assunto é comida ela diz que seus preferidos são os lanches “boquinha de anjo”, tradicionais em Campinas, com possibilidades de sabores variados e inusitados.
    Sobre a presença cada vez mais empoderadora das mulheres nos bares e botecos e que supera a quantidade de homens, ela comenta: “No processo de votação do Comida di Buteco temos na cédula de voto a opção do gênero. Tivemos no ano passado, no resultado nacional, 56% de votos femininos. Se você pensar, há 20 anos tratava-se de um universo completamente masculino e sem espaço para as mulheres. É claro que o mundo vem sofrendo suas mudanças sociais, mas acredito que com o aperfeiçoamento da culinária, da democratização do espaço, com a mídia e concursos de boteco, o acesso ficou mais fácil. Assim, a mulher, que costuma ser mais exigente, está cada vez mais em busca de qualidade e de ocupar esses estabelecimentos”.
    Gostou? Participe também contando o que você mais gosta nos bares e botecos!

  • Um amor chamado Rio de Janeiro

    Não é à toa que o Rio de Janeiro continua lindo. Toda beleza exaltada nas músicas não é exagero. Basta uma pisada na capital carioca para as almas mais sensíveis e criativas se apaixonarem pela magia que envolve a cidade.
    QUEM FAZ)

  • Cúmplice

    Era sagrado. Não pulava um dia da semana se quer. De segunda a sexta-feira, religiosamente. Ele passava pela birosca que ficava (ainda fica, se não me engano), pouco antes da esquina que desaguava na rua em que morava. Antes de dobra-la, no entanto, e depois da via sacra operária, a pausa para a recompensa burguesa. Uma dose da branquinha e uma garrafa da gelada. Chegava em casa “alterado” como minha avó costumava implicar.
    Com o passar dos anos, já sem ela à espera, ele continuava com a procissão. Era ritual. Uma ladainha do terço. Com o passar dos anos, já com a doença senil que alterava lembrança e esquecimento, som e silêncio, o bar era sagrado. A dose e a gelada, no entanto, tinham virado uma latinha de Caracu. Vai entender o porquê. Ele saia bebendo. Andando e bebendo. Tinha pressa. Vai saber do quê. A lata ia camuflada dentro de uma sacolinha plástica. Coisa de adolescente. Dois ou três goles e pronto. Antes de abrir o portão, dispensava a prova no terreno baldio. Foi assim por um bom tempo.
    Preocupada com a mistura álcool e medicamento, confusão mental e embriaguez, minha mãe vetara a tal reza. Da rua direto pra casa. Mas como criança birrenta, ele deu de ombros. Continuou. A latinha de Caracu camuflada na sacolinha plástica estava todas as tardes no mesmo terreno. (Talvez o maior erro dele tenha sido este: não jogar o lixo no lixo. Só esse). Quando questionado sobre o bar, ele negava, com a cabeça baixa, feito menino que faz molecagem.
    Minha mãe, então, resolveu apelar pro dono do bar. Não vende mais pra ele não. Ele não pode beber. Mas dono de bar é cúmplice. Bom dono de bar é cúmplice quando sabe que o prazer é inversamente proporcional ao dano. Bom dono de bar é cúmplice quando enxerga nos olhos do freguês a satisfação e não a chateação. A alegria e não a amargura. Pois bem, as latinhas continuaram a brotar no terreno. Ele continuava a negar. O dono continuava a vender. Tudo continuou. Até o dia em que nem ele nem a latinha nem o dono do bar se encontraram mais. Foi fazer, feliz, a procissão no céu.

     


    Lívia Mota,  jornalista colaboradora do Cumbuca (saiba mais sobre a autora do artigo no QUEM FAZ)

  • O Sanduíche de Bacalhau

    * foto do Sanduíche de Bacalhau – Cabral do Presta Atenção (recomendadíssimo!)

    Quando alguém escrever a sério sobre a história do sanduíche, Campinas figurará, com certeza, como uma das capitais deste enredo. A primeira delas é, sem dúvida, a cidade de Sandwich, na Inglaterra, onde, segundo reza a lenda, o 4o Conde de Sandwich pediu a um criado que fizesse alguma coisa para que ele pudesse comer rapidamente, sem abandonar a mesa do carteado – até hoje não sabemos se ele não queria interromper a jogatina porque estava ganhando ou porque queria recuperar o que estava perdendo –, e o criado cortou dois pedaços de pão e colocou um naco de presunto no meio. (mais…)

  • Boteco na Estação tem gastronomia e o samba do Casa Caiada neste sábado

    Neste sábado, dia 15, a partir das 13h, o samba rola solto no Boteco na Estação, na Estação Cultura. Esta edição terá no comando o conhecido grupo Casa Caiada na tradicional roda de samba, com abertura do músico Choquito e banda Sabor Brasil. Nos intervalos, a música fica por conta dos DJs da Segunda da Ressaca, André e Alessandro.
    Para aliar boa música a gastronomia, haverá a praça da alimentação com quitutes e bebidas, além de barracas com roupas, acessórios e artesanatos.
    Nesta edição haverá uma parceria com o bloco de carnaval Nem Sangue Nem Areia, da Vila Industrial. Uma porcentagem das vendas dos botecos será destinada ao grupo para viabilizar o desfile do próximo ano.
    Foto: Neander Heringer
     

    Boteco na Estação – Campinas

    15 de outubro (sábado) – das 13h às 19h
    Estação Cultura Prefeito Antonio da Costa Santos (Praça Marechal Floriano Peixoto, s/n)
    Entrada gratuita e estacionamento pela Rua Francisco Teodoro, 1.050 – Vila Industrial

  • Marcamos presença na comemoração de 80 anos do Giovannetti

    O Cumbuca deu o ar da graça no evento que celebrou o aniversário de 80 anos da Choperia Giovannetti do Rosário, realizado no último sábado (08/10), na unidade. A comemoração contou com um menu degustação com direito a drinks feitos na hora pelo Kascão Oliveira, bartender convidado com mais de 30 anos de experiência. (mais…)

  • A incansável procura da coxinha perfeita

    Muitos não admitem, alguns nem sabem, mas estamos todos à procura da coxinha perfeita. É o Santo Graal dos botequeiros. Os donos de padarias, bares e similares bem o sabem, tanto é que não há estabelecimento que se preze que não as ofereça. Até postos de gasolina já as têm! Que pokemon, que nada! A verdadeira caçada dos brasileiros é pela coxinha perfeita.

    (mais…)

  • Dos bares do Rio

    A forma você escolhe. Pode ser de frente pro mar, pro morro ou pra rua. A mesa e o copo podem estar em qualquer um desses cenários. A birosca pode ter a porta voltada para qualquer uma dessas vistas. A cadeira pode ser de plástico, de ferro, de madeira ou de encostar. O som pode ser do samba, da bossa ou do papo. Não importa a preferência, o prazer boêmio alcançará certamente seu êxtase. Para um bom bebedor, um Rio de Janeiro basta.

    Pela orla, pelos bairros, pelo subúrbio, os bares se esparramam pela cidade. Pelas paredes, as garrafas cheias ou pela metade são decoração e história. Pelos letreiros, as quentinhas são o sabor do dia. Sabor que acompanha quem não pode parar. Os botecos tem pratos feitos. Feitos de comida, sustância. Pelos cardápios, os petiscos são as boas-vindas para quem pode ficar. Pelas calçadas, os pés de chinelo.

    Não sei o que é. Se é a maresia, as coordenadas no plano cartesiano, as correntes de ar, a relação temperatura x pressão, as cadeias de montanha. Eu não sei o que é. Só sei que o Rio e seus componentes favorecem, e muito, a parada num boteco, a degustação de uma (ou umas) cerveja(s) e o salgar da língua com um tira-gosto. A atmosfera que envolve a cidade favorece. Pede, quase implora. Negar é sacrilégio. Eu não sei o que é, só sei que é assim que sinto.

    Em minha última visita, pulei a cerveja. Na verdade, confesso, roubei um golinho pra matar a lombriga. Mantive os outros itens pra não perder o costume, nem cometer o pecado da desfeita. A malemolência do clima libera a malemolência da alma. E ela sai lavada. Sai leve e ao mesmo tempo pesada, cheia de sensações. Até aquela simpatia desaforada do garçom que não acompanha a maré, a gente releva. Entende que faz parte do cenário, do esquadro, do charme. Para mim, toda passagem pelo Rio de Janeiro, até mesmo quando programada às pressas, de última hora, é um convite ao deleite, aos bares. Um convite irrecusável da e à boemia.    


    Lívia Mota,  jornalista colaboradora do Cumbuca (saiba mais sobre a autora do artigo no QUEM FAZ)