Categoria: Bares & Botecos

Série: Bares & Botecos

  • Bar de Ponta Cabeça do Cadão

    Cadão e o irmão prometeram deixar tudo de ponta cabeça até o dia em que a Ponte encerrasse a seca que dura 113 anos: Bar de Ponta Cabeça.

    | Bar de Ponta Cabeça – Dezembro de 2013

    Tudo de ponta cabeça, uma homenagem do dono à macaca do coração

    Para que ainda não conheceu, o Bar de Ponta Cabeça comandado por Claudemir Barsi, o Cadão, é um exemplo de paixão pelo time do coração. Há 30 anos Cadão e o irmão já falecido fizeram a promessa de virar de ponta cabeça tudo que tinha no bar até o dia que a Ponte Preta encerrasse a seca de canecos. Foi uma brincadeira que virou marca registrada do boteco. (mais…)

  • Um cafezinho no capricho

    Nós, brasileiros, já estamos tão habituados a tomar café que, na maioria das vezes, tomamos café de qualquer jeito. Péssimo hábito!

    Quando alguém pergunta se o café de tal lugar é bom, quase sempre ficamos restritos à informação sobre a temperatura – “O café de lá está sempre quente” – ou sobre a intensidade – “É bem forte”.

    Mas, para avaliar de fato se o café é bom, é preciso verificar muito mais que isso. Estar quente e forte não asseguram a qualidade de um bom cafezinho. Há características muito mais determinantes como o aroma, a persistência do sabor na boca (sabor residual), a acidez, o corpo, a cremosidade e, naturalmente, o sabor.

    Aí vem a pergunta obrigatória: Como identificar um bom café?

    AROMA
    Começando pelo aroma, um café de qualidade deve ter cheiros que se assemelham a amêndoas, caramelo, cereais crus ou torrados, chocolate, especiarias, frutas e nozes. Não todos ao mesmo tempo, mas pelo menos alguns deles. Se cheirar batata, remédio, borracha, terra ou mofo, não tome.

    PERSISTÊNCIA
    Com relação ao sabor que fica na boca, basta verificar se o gosto adocicado do café (sem adição de açúcar) permaneceu. Se ficou amargo é um mal sinal. Mas se fica aquele gosto equilibrado, está ótimo.

    SABOR
    Para identificar o sabor, em si, é importante sentir a harmonia do doce, do amargo e da acidez. Deve haver equilíbrio: pouca acidez, pouco amargor e um toque doce (repito, sem adição de açúcar).

    CREMOSIDADE
    A cremosidade pode ser observada no café expresso. Quando receber a xícara, assim que ela sair da máquina, observe se o tom da espuma é cor de avelã, com algumas nuances (o chamado padrão tigrado). Isso é um bom sinal. A espuma também deve ser espessa e durar cerca de 2 minutos antes de dissolver.

    CORPO
    Para avaliar o corpo da bebida é preciso apurar mais um pouco o paladar, porque isso depende de uma percepção tátil. Você vai sentir na língua, quando ela bater no céu da boca e você perceber a viscosidade e a oleosidade. Parece esquisito, mas quando começar a tomar vários cafés com esta preocupação logo vai conseguir identificar.

    APURANDO
    Beber um copinho de água (com ou sem gás) antes de fazer esta degustação ajuda bastante a deixar a boca preparada. Dentro deste padrão, o café dará satisfação garantida.

    O problema é que a partir daí você já não vai mais tomar café de qualquer jeito.

    Adriana Menezes

  • Taberna D’Oliveira do ex-dono do Éden Bar

    Mais uma noite perdidos, encontramos a recomendada Taberna D’Oliveira do ex-dono do Éden Bar.

    | Taberna D’Oliveira – Agosto 2013

    No Parque São Quirino buscávamos um bar indicado e acabamos encontrando outro.

    Já nos tinham passado a dica da Taberna D’Oliveira e ficamos curiosos em conhecer o bar do ex-dono do Éden Bar. (mais…)

  • Bar do Ramalho, boteco de bairro

    O Bar do Ramalho conquistou nossos estômagos. Honesto, é o tradicional boteco de bairro.

    | Bar do Ramalho – Maio 2013

    Nos encostamos em um boteco de esquina para pedir informações, acabamos pedindo um joelho de porco

    Perdidos no São Quirino, resolvemos parar em um bar de esquina para pedir informações. No fim, só saímos de lá só quando o Ramalho resolveu fechar o boteco. (mais…)

  • Bar do Mineiro na Marechal Rondon

    A Júlia da Osteria Salvatore havia indicado o Bar do Mineiro. Em noite de frio, achamos uma boa pedida ir a um bar de cozinha mineira.

    | Bar do Mineiro – Maio 2013

    Logo na chegada fomos surpreendidos com o som que vinha da TV, lá de dentro do bar. A trilha da descoberta era de Led Zepelin. Enquanto Plant nos dava as boas vindas, Laura que é filha do Mineiro, trouxe nossa primeira ampola e já recomendou a batata à moda da casa: batata com alho e limão. (mais…)

  • Por conta da casa – 59 anos do Café Regina

    No dia 19 de setembro, como já é tradição, o cafezinho no Café Regina será por conta da casa. Para comemorar os 59 anos deste famoso point campineiro, o cliente vai tomar café de graça e ainda terá a chance de escolher: café de coador ou expresso.

    Fundado em 1952, o tradicional balcão no Centro de Campinas é um dos mais charmosos pontos de encontro da cidade.

    A cortesia anual foi criada para lembrar a data em que  Jorge Vaz adquiriu o Café Regina, em 20 de setembro de 1984. Segundo o sócio-proprietário e barista Henrique Vaz, o dia estabelecido para celebrar o aniversário é a segunda-feira, por isso nem sempre o café gratuito é oferecido na data exata, mas sempre em dia próximo no calendário.  A expectativa para este ano é que sejam servidos de 3.500 a 3.800 cafés neste dia 19 de setembro. (mais…)

  • Bar Cinco Estrelas (Bar da Figueira)

    Mais conhecido como Bar da Figueira, o Bar Cinco Estrelas ou ainda Bar do Adriano, é um pé-sujo de respeito. Em frente ao bar uma enorme Figueira, plantada por um fiel freguês do bar há quase 60 anos, empresta a sombra à praça e o apelido ao boteco.

    | Bar Cinco Estrelas (Bar da Figueira) – Agosto 2011

    A equipe ficou emocionada ao conhecer o balcão repleto de tira-gostos que podem ser servidos no prato, você escolhe. Iniciamos com um ovo empanado e logo estávamos no jiló temperado no azeite, raridade nos balcões de Campinas. Para acompanhar, além das geladas, uma excelente batida da casa feita com cachaça e maracujá que já fica pronta em garrafões na geladeira, só pedir. (mais…)

  • Bar do Mané, o Estrela Dalva

    Nenhum de nós conhecia o Bar do Mané – e isto fez com que o nosso amigo Adriano Rosa, fotógrafo e bom bebedor, insistisse por uma visita da equipe. Aquele era, afinal, um de seus botecos preferidos. Foi fácil convencer a trupe.

    | Bar do Mané – Junho 2011

    Era uma noite fria – para não dizer gelada – quando embarcamos rumo ao Jardim Santana.

    Afastado da região central de Campinas, o Bar do Mané (cujo nome fantasia é Estrela Dalva) tem todas as características de um butecão de bairro: amplo e generoso, bom e barato, freqüentado por todo o tipo de gente (salve a vocação democrática do subúrbio!) e decorado por uma disputada mesa de sinuca. (mais…)

  • Papai Salim é tradição

    Um brato cheio bra quem gosta da comida árabe! Sem dúvida o Papai Salim é a melhor opção para saborear os típicos pratos e salgados com a receitas tradicionais do além mediterrâneo.

    | Papai Salim –  Maio 2011

    Para quem ainda não conhece o Papai Salim vai a dica, seja no almoço ou para entornar um gelada no final da tarde, o melhor da casa é se deliciar com os salgados: kibes, esfihas abertas e fechadas com preços para lá de honestos e sempre com a melhor qualidade nos ingredientes. (mais…)

  • Ponto 1

    Fomos convidados para conferir e experimentar as novidades no cardápio do Ponto 1.

    | Ponto 1 – Março 2011

    Chegamos e os irmãos André e Ademar do outro lado do balcão ainda não sabiam se tinha sido boa ideia convidar nossa equipe.

    Mal foi aberta a primeira gelada e o clima já era outro. Depois de tirarmos uma foto abraçados com o novo cardápio, falamos de nossas boas intenções e invadimos a cozinha para acompanhar de perto os segredos da simplicidade do lanche Dinamite – filé mignon, queijo prato, cheddar, pimenta dedo de moça e pão francês. Além do molho ser da pimenta que vem do quintal da casa dos pais de André, tivemos uma aula sobre queijos de qualidade. O resultado é muito bom e recomendado para os que gostam de lanches apimentados na medida. (mais…)