Categoria: Bares & Botecos

Série: Bares & Botecos

  • COMPANHEIROS DE COPO DOS BARES E BOTECOS

    Tem muita gente boa que também visita e valoriza a gastronomia dos bares e botecos.

    Companheiros de copo e ofício que dão dicas e informações sobre os melhores locais para comer em Campinas.

    Dicas da Mi

    Blog da Miriam Abrahão que também, há muito tempo, dedica-se ao universo gastronômico e etílico dos bares, botecos e restaurantes de Campinas e região.

    Vale conferir meusbarespreferidos.blogspot.com.br

    Gole e Gula

    www.golegula.com

    Toque de Chefe

    Blog do simpático jornalista Manuel Alves Filho que se dedica à gastronomia brasileira, dando também altas dicas sobre a baixa gastronomia.

    Visite o site correio.rac.com.br/index.php?id=/blogs/toque_de_chef/

    Doses

    MetrópoleTradicional coluna da revista Metrópole do Correio Popular de Campinas, escrita hoje pela Marita Siqueira, já foi abastecida pelos jornalistas Bruno Ribeiro e Henrique Nunes. Semanalmente traz dicas sobre a baixa gastronomia dos bares, botecos, biroscas e botequins de Campinas e região.
    Doses sai sempre aos domingos na revista e possui um site no portal da RAC
    metropole.rac.com.br/index.php?id=/colunistas/doses/

    Brejas

    O site tem algumas indicações de bares em Campinas e no Brasil, mas o que tem de mais legal é o guia de cervejas que o Mauricio Beltramelli e sua turma mantêm com propriedade e muita informação sobre rótulos do mundo todo.

    Dê uma olhada www.brejas.com.br

    Comida di Buteco

    É um festival anual de gastronomia que escolhe e julga os melhores botecos de Campinas e várias outras localidades. Reconhecemos que o Comida di Buteco estimulou a criação de vários pratos e petiscos sensacionais mas também inflacionou muitos botecos que não entenderam a proposta.

    Visite www.comidadibuteco.com.br/campinas/
  • Noite de drinques no The Lord’s Pub

    Em plena segundona mudamos de ares e fomos parar no Cambuí. Conhecemos o The Lord’s Pub em noite especial de drinques.

    | The Lord’s Pub – Março de 2015

    O pub superou nossas expectativas: um convidativo balcão, boas cervejas e chopes, mesa de bilhar, dardos, tudo como manda o figurino para criar o ambiente acolhedor de um pub. É claro que não podia faltar boa música – rock e blues. Na noite tocaram duas excelentes bandas que merecem destaque – MariMaya um duo feminino que abriu com um rock acústico e Bipão e banda com blues de ótima qualidade.
    E o melhor da noite ainda estava por vir com a degustação de drinques primorosos criados pelo bartender Ed Carneiro que mandou muito bem. Foram seis diferentes drinques sofisticados e para todos os gostos. Começamos com o Oxford – com Ciroc Red Berry, espumante e blue berries; o Holmes Jameson, com suco de limão, xarope de maple e angostura; o L.A.B. Appleton Estate, que leva Martini Rosso, Campari e defumação de canela; e muitos Hendricks Gin Tonic, com gin Hendricks, pepino e tônica; perdemos as contas (abaixo a lista completa). Para acompanhar experimentamos os aperitivos, uma pequena amostra dos petiscos da casa – destaque para a Lord’s bufallo wings e os Skins.
    A noite foi muito boa e nós, que buscávamos um bom lugar para tomar bons drinques, encontramos um excelente pub.

    Os pubs também são conhecidos pelo tradicional sino que anuncia a hora de chamar o último pint. Na segunda ele não tocou e ficamos lá até o fim.
    Obrigado pelo convite Ed Carneiro, Erica Mariosa e The Lord’s Pub!

     
    Drinques da noite – The Lord’s Pub
    Oxford – Ciroc Red Berry, espumante e blue berries
    Hendricks Gin Tonic – Hendricks, pepino e tônica
    Cointreau Frizz – Cointreau, suco de limão, grenadine, espuma de algodão doce e soda
    Playhouse y Empire – El Espolón, midori, suco de limão e Sprite
    Holmes Jameson – Suco de limão, xarope de maple e angostura
    L.A.B. Appleton Estate – Martini Rosso, Campari e defumação de canela

    The Lord’s Pub

    Rua Américo Brasiliense, 350, Cambuí – Campinas
    Tel. 98375-0025

  • Manifesto pelos bares, botecos e botequins de Campinas

    Publicado 19/7/2010 (quando o site retornou ao ar)

    O botequim é o primeiro comércio surgido no Brasil. Surgiu, provavelmente, no improviso como quase tudo neste país. Um dia, um português, dono de armazém, colocou uma tábua como balcão e passou a servir vinho verde com sardinhas para os maridos que tinham ido comprar a verdura ou o legume do almoço. Vinho vai, vinho vem, a conversa não tinha fim: o primeiro freguês, mito fundador de todos nós, começava falando mal da mulher, logo criticava o técnico do seu time, o presidente da república, o preço do feijão… E terminava chorando no ombro de um desconhecido, fazendo uma confissão que nem ao padre faria. E este desconhecido, por um momento, se transformava num amigo de infância.

    Por tudo isso, não é exagero dizer que a civilização brasileira nasceu em meio a estas conversas intermináveis pelos bares, botecos e botequins, regadas à cerveja e cachaça, que atravessaram a noite dos séculos e nos deram uma identidade nacional, no jeito de ser, de amar, de sentir, de sofrer, de cantar, de comer e de brindar a vida. O botequim nos fez brasileiros na medida em que proporcionou uma experiência cultural num espaço de convívio essencialmente democrático. O autêntico botequim mantinha (e ainda mantém, apesar de vir perdendo terreno para seus simulacros) a porta sempre aberta para gente de todas as idades, etnias e classes sociais.

    O Cumbuca valoriza o botequim porque reconhece nele um elemento fundador da brasilidade, tão nosso quanto a cantina é italiana e os cafés são franceses. Somos contra a transformação do boteco em fetiche, em moda, em onda passageira, em artigo de luxo para poucos e selecionados. Quando o jiló passa a ser vendido a preço de caviar, quando os seguranças na porta se dão ao direito de barrar a entrada de alguém por causa da roupa ou da cor da pele, quando perdemos a intimidade quase familiar que tínhamos com o dono do boteco para sermos tratados como meros consumidores, que o boteco perdeu a sua função social. Deixou de ser cultura para se tornar um grande negócio, um empreendimento.

    A princípio, não somos contra os grandes negócios e os empreendimentos. Mas aqui, neste espaço, queremos valorizar os ambientes que ainda mantém vivos, cada qual ao seu modo, o espírito democrático do botequim, a autenticidade presente numa arquitetura preservada, no despojamento de uma decoração, na longevidade de uma receita de família que atravessou gerações, na relação de amizade e confiança estabelecida entre proprietários e clientes. Estes botecos são cada vez mais raros nas grandes cidades.

    Muitos não conseguem fazer frente à tentação fácil do lucro, outros sucumbem diante da especulação imobiliária. Mas há os que resistem bravamente e seguem como um espaço de resistência da brasilidade.

    O Cumbuca veio para documentar a existência destes pequenos comércios populares e evitar que suas histórias se percam no tempo. Mas também não pretendemos fazer propaganda deles, no sentido de recomendá-los para quem não conhece as regras da boa convivência dos balcões. Há que se chegar de mansinho, sem interferir na rotina do lugar, respeitando os que chegaram primeiro e mantendo a discrição.

    Não queremos inventar moda. Também poderemos destacar barzinhos, bares maiores e mais conhecidos, desde que sejam tradicionais e que ofereçam um bom cardápio, um bom chope, uma boa história.

    Agora chega de papo, molhemos as palavras!
    Vejam o guia e escolha o próximo bar ou boteco que irá visitar.

  • Manifesto pelos bares, botecos e botequins de Campinas

    Publicado 19/7/2010 (quando o site retornou ao ar)

    O botequim é o primeiro comércio surgido no Brasil. Surgiu, provavelmente, no improviso como quase tudo neste país. Um dia, um português, dono de armazém, colocou uma tábua como balcão e passou a servir vinho verde com sardinhas para os maridos que tinham ido comprar a verdura ou o legume do almoço. Vinho vai, vinho vem, a conversa não tinha fim: o primeiro freguês, mito fundador de todos nós, começava falando mal da mulher, logo criticava o técnico do seu time, o presidente da república, o preço do feijão… E terminava chorando no ombro de um desconhecido, fazendo uma confissão que nem ao padre faria. E este desconhecido, por um momento, se transformava num amigo de infância.

    Por tudo isso, não é exagero dizer que a civilização brasileira nasceu em meio a estas conversas intermináveis pelos bares, botecos e botequins, regadas à cerveja e cachaça, que atravessaram a noite dos séculos e nos deram uma identidade nacional, no jeito de ser, de amar, de sentir, de sofrer, de cantar, de comer e de brindar a vida. O botequim nos fez brasileiros na medida em que proporcionou uma experiência cultural num espaço de convívio essencialmente democrático. O autêntico botequim mantinha (e ainda mantém, apesar de vir perdendo terreno para seus simulacros) a porta sempre aberta para gente de todas as idades, etnias e classes sociais.

    O Cumbuca valoriza o botequim porque reconhece nele um elemento fundador da brasilidade, tão nosso quanto a cantina é italiana e os cafés são franceses. Somos contra a transformação do boteco em fetiche, em moda, em onda passageira, em artigo de luxo para poucos e selecionados. Quando o jiló passa a ser vendido a preço de caviar, quando os seguranças na porta se dão ao direito de barrar a entrada de alguém por causa da roupa ou da cor da pele, quando perdemos a intimidade quase familiar que tínhamos com o dono do boteco para sermos tratados como meros consumidores, que o boteco perdeu a sua função social. Deixou de ser cultura para se tornar um grande negócio, um empreendimento.

    A princípio, não somos contra os grandes negócios e os empreendimentos. Mas aqui, neste espaço, queremos valorizar os ambientes que ainda mantém vivos, cada qual ao seu modo, o espírito democrático do botequim, a autenticidade presente numa arquitetura preservada, no despojamento de uma decoração, na longevidade de uma receita de família que atravessou gerações, na relação de amizade e confiança estabelecida entre proprietários e clientes. Estes botecos são cada vez mais raros nas grandes cidades.

    Muitos não conseguem fazer frente à tentação fácil do lucro, outros sucumbem diante da especulação imobiliária. Mas há os que resistem bravamente e seguem como um espaço de resistência da brasilidade.

    O Cumbuca veio para documentar a existência destes pequenos comércios populares e evitar que suas histórias se percam no tempo. Mas também não pretendemos fazer propaganda deles, no sentido de recomendá-los para quem não conhece as regras da boa convivência dos balcões. Há que se chegar de mansinho, sem interferir na rotina do lugar, respeitando os que chegaram primeiro e mantendo a discrição.

    Não queremos inventar moda. Também poderemos destacar barzinhos, bares maiores e mais conhecidos, desde que sejam tradicionais e que ofereçam um bom cardápio, um bom chope, uma boa história.

    Agora chega de papo, molhemos as palavras!
    Vejam o guia e escolha o próximo bar ou boteco que irá visitar.

  • OS MELHORES BARES E BOTECOS DO PÚBLICO

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  • OS MELHORES BARES E BOTECOS DO PUBLICO

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  • OS MELHORES BARES E BOTECOS DO PÚBLICO

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  • Porpeta quatro queijos do Bar do Tio (Bar do Rafa) no Mercadão de Campinas | Cumbuca Bares e Botecos de Campinas

    Porpeta quatro queijos do Bar do Tio (Bar do Rafa) no Mercadão de Campinas | Cumbuca Bares e Botecos de Campinas

  • Porpeta quatro queijos do Bar do Tio (Bar do Rafa) no Mercadão de Campinas | Cumbuca Bares e Botecos de Campinas

    Porpeta quatro queijos do Bar do Tio (Bar do Rafa) no Mercadão de Campinas | Cumbuca Bares e Botecos de Campinas

  • Filé de Pescada do Bar do Tio (Bar do Rafa) no Mercadão de Campinas | Cumbuca Bares e Botecos de Campinas

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