Categoria: Bares & Botecos

Série: Bares & Botecos

  • Couvert de salsichão acompanhado de pães de hidromel fritos e pesto de nozes = Milord Taverna | Cumbuca Bares Botecos de Campinas

    Couvert de salsichão acompanhado de pães de hidromel fritos e pesto de nozes = Milord Taverna | Cumbuca Bares Botecos de Campinas

  • Couvert de salsichão acompanhado de pães de hidromel fritos e pesto de nozes = Milord Taverna | Cumbuca Bares Botecos de Campinas

    Couvert de salsichão acompanhado de pães de hidromel fritos e pesto de nozes = Milord Taverna | Cumbuca Bares Botecos de Campinas

  • Este final de semana tem bloco na rua

    Esse ano o Carnaval na rua será dos blocos.

    A festa começa nesse final de semana depois tem mais nos dias de carnaval.
    O grito começa no dia 30 de janeiro, sábado:
    Balaio das Águas na Vila Padre Manoel da Nóbrega
    City Banda no Cambuí
    Unidos do Candinho em Sousas
    No domingo, dia 31:
    Nem Sangue Nem Areia na Vila Industrial
    Abaixo nossos destaques


     

    30, sábado das 13h às 20h

    City Banda

    Concentração e saída: Centro de Convivência (largo da City Banda) / Praça Imprensa Fluminense
    Percurso: Ruas Conceição, Maria Monteiro, Américo Brasiliense, Cel. Quirino, Gal. Osório e fecha no Centro de Convivência
     

    SERVIÇO para quem precisa abastecer

    City Bar > ver ficha completa
    Spaghetti Sport Bar >Av. Júlio de Mesquita, 506 > ver ficha
     


     

    31, domingo das 13h às 18h

    Nem Sangue Nem Areia

    Começa na Rua Francisco Teodoro e depois sai pela Rua Rangel Pestana, Av. Sales de Oliveira, Rua São Carlos, parando em frente ao teatro Castro Mendes e encerrando a festa na Rua Francisco Teodoro.
    Uma coisa muito legal é que vários bares e botecos estão apoiando o bloco: Edu Pizza Bar, Bar do Carioca, Tonico’s Boteco, Bar do Saulo, Bar do André – Rei do Mé

    SERVIÇO para quem precisa abastecer (botecos ali perto)

    Bar do André, Rei do Mé > Rua Salles de Oliveira, 201 > ver ficha
    Estação Campineira > Rua Salles de Oliveira, 232 > ver ficha
    Bar dos Artistas > Rua Francisco Teodoro, 591 > ver ficha
    Bar do Aldo > Rua João Teodoro, 841 > ver ficha

  • Dois botecos imperdíveis de São Paulo: Bar Léo e FrangÓ

    Se Campinas já tem Bares e Botecos para o ano todo, imaginem São Paulo. Deve ter bar e boteco para a vida toda!

    Mesmo fora de nossa jurisdição, toda vez que vamos a São Paulo, claro, aproveitamos para fazer uma parada estratégica em um bar ou boteco.
    Nesse aniversário da cidade resolvemos destacar dois deles, tanto pela tradição dos nomes como por manterem suas portas abertas democraticamente para todos os público e sem jogarem os preços na estratosfera.
    O Bar Léo e o FrangÓ são dois bares imperdíveis de São Paulo. Um no Centro e outro na Freguesia do Ó.
     

    Bar Léo

    Jaguar já considerou o chope do bar o melhor do Brasil. O alemão que inventou o sistema da chopeira do Bar Léo levou o segredo para o túmulo mas o chope continua muito bom e não adianta pedir sem colarinho, ele virá com três dedos, na medida e na temperatura de 0ºC – gelado mas não chega a anestesiar as papilas gustativas. Muitos dos acepipes da casa estão no cardápio desde 1940 quando o bar foi inaugurado. Os canapés são de matar: cubos de pão preto, alcaparras e bife tartar ou então acompanhados de fino e tenro rosbife. Os lanches também são ótimos e valem o preço. Os garçons são patrimônio da casa. O seu Luis por exemplo está lá há mais de 50 anos e juram que ele tem até uma plaquinha de patrimônio da casa. Vale conhecer o figura que está sempre por ali, atrás do balcão.
    O Bar Léo fecha cedo. No sábado as mesas da calçada ficam apinhadas de gente.

    BAR LÉO
    Rua Aurora, 100, Santa Efigênia – São Paulo, SP
    Tel. (11) 3221-0247
    www.barleo.com.br

     

    FrangÓ

    O que já foi uma rotisseria frequentada pelos italianos que faziam fila para comprar o frango grelhado no Largo da Matriz de Nossa Senhora do Ó, se transformou no boteco com uma das melhores coxinhas do mundo. O espaço do casarão triplicou e atrai multidões em busca da dupla incontestável: coxinhas e cervejas. Ainda não vimos por aí uma carta tão extensa de cervejas – são quase trinta páginas com mais de 450 variedades muito bem divididas por estilos, países etc – tem para todos os bolsos. Tomamos várias e apesar de não termos o costume de destacar cervejas por aqui, as ampolas (parece embalagem de remédio antigo) da cerveja Coruja fizeram muito a nossa cabeça!
    Peça a coxinha sempre, seja a individual ou em porções, são imperdíveis – massa sequinha, saborosa e o recheio leva um pouquinho de catupiry, na medida. Depois de comer as coxinhas, você poderá se jogar no cardápio que tem outros ótimos petiscos: tem a linguiça caseira, bolinhos de mandioquinha e costela entre outros.

    FrangÓ
    Largo da Matriz de Nossa Senhora do Ó, 168, Freguesia Do Ó – São Paulo – SP
    Tel. (11) 3932 4818
    www.frangobar.com.br

     
    Agradecimentos ao Roberto Reis e Rafael Schiavolin que acompanharam a visita.

  • Dois botecos imperdíveis de São Paulo: Bar Léo e FrangÓ

    Se Campinas já tem Bares e Botecos para o ano todo, imaginem São Paulo. Deve ter bar e boteco para a vida toda!

    Mesmo fora de nossa jurisdição, toda vez que vamos a São Paulo, claro, aproveitamos para fazer uma parada estratégica em um bar ou boteco.
    Nesse aniversário da cidade resolvemos destacar dois deles, tanto pela tradição dos nomes como por manterem suas portas abertas democraticamente para todos os público e sem jogarem os preços na estratosfera.
    O Bar Léo e o FrangÓ são dois bares imperdíveis de São Paulo. Um no Centro e outro na Freguesia do Ó.
     

    Bar Léo

    Jaguar já considerou o chope do bar o melhor do Brasil. O alemão que inventou o sistema da chopeira do Bar Léo levou o segredo para o túmulo mas o chope continua muito bom e não adianta pedir sem colarinho, ele virá com três dedos, na medida e na temperatura de 0ºC – gelado mas não chega a anestesiar as papilas gustativas. Muitos dos acepipes da casa estão no cardápio desde 1940 quando o bar foi inaugurado. Os canapés são de matar: cubos de pão preto, alcaparras e bife tartar ou então acompanhados de fino e tenro rosbife. Os lanches também são ótimos e valem o preço. Os garçons são patrimônio da casa. O seu Luis por exemplo está lá há mais de 50 anos e juram que ele tem até uma plaquinha de patrimônio da casa. Vale conhecer o figura que está sempre por ali, atrás do balcão.
    O Bar Léo fecha cedo. No sábado as mesas da calçada ficam apinhadas de gente.

    BAR LÉO
    Rua Aurora, 100, Santa Efigênia – São Paulo, SP
    Tel. (11) 3221-0247
    www.barleo.com.br

     

    FrangÓ

    O que já foi uma rotisseria frequentada pelos italianos que faziam fila para comprar o frango grelhado no Largo da Matriz de Nossa Senhora do Ó, se transformou no boteco com uma das melhores coxinhas do mundo. O espaço do casarão triplicou e atrai multidões em busca da dupla incontestável: coxinhas e cervejas. Ainda não vimos por aí uma carta tão extensa de cervejas – são quase trinta páginas com mais de 450 variedades muito bem divididas por estilos, países etc – tem para todos os bolsos. Tomamos várias e apesar de não termos o costume de destacar cervejas por aqui, as ampolas (parece embalagem de remédio antigo) da cerveja Coruja fizeram muito a nossa cabeça!
    Peça a coxinha sempre, seja a individual ou em porções, são imperdíveis – massa sequinha, saborosa e o recheio leva um pouquinho de catupiry, na medida. Depois de comer as coxinhas, você poderá se jogar no cardápio que tem outros ótimos petiscos: tem a linguiça caseira, bolinhos de mandioquinha e costela entre outros.

    FrangÓ
    Largo da Matriz de Nossa Senhora do Ó, 168, Freguesia Do Ó – São Paulo – SP
    Tel. (11) 3932 4818
    www.frangobar.com.br

     
    Agradecimentos ao Roberto Reis e Rafael Schiavolin que acompanharam a visita.

  • Dois botecos imperdíveis de São Paulo: Bar Léo e FrangÓ

    Se Campinas já tem Bares e Botecos para o ano todo, imaginem São Paulo. Deve ter bar e boteco para a vida toda!

    Mesmo fora de nossa jurisdição, toda vez que vamos a São Paulo, claro, aproveitamos para fazer uma parada estratégica em um bar ou boteco.
    Nesse aniversário da cidade resolvemos destacar dois deles, tanto pela tradição dos nomes como por manterem suas portas abertas democraticamente para todos os público e sem jogarem os preços na estratosfera.
    O Bar Léo e o FrangÓ são dois bares imperdíveis de São Paulo. Um no Centro e outro na Freguesia do Ó.
     

    Bar Léo

    Jaguar já considerou o chope do bar o melhor do Brasil. O alemão que inventou o sistema da chopeira do Bar Léo levou o segredo para o túmulo mas o chope continua muito bom e não adianta pedir sem colarinho, ele virá com três dedos, na medida e na temperatura de 0ºC – gelado mas não chega a anestesiar as papilas gustativas. Muitos dos acepipes da casa estão no cardápio desde 1940 quando o bar foi inaugurado. Os canapés são de matar: cubos de pão preto, alcaparras e bife tartar ou então acompanhados de fino e tenro rosbife. Os lanches também são ótimos e valem o preço. Os garçons são patrimônio da casa. O seu Luis por exemplo está lá há mais de 50 anos e juram que ele tem até uma plaquinha de patrimônio da casa. Vale conhecer o figura que está sempre por ali, atrás do balcão.
    O Bar Léo fecha cedo. No sábado as mesas da calçada ficam apinhadas de gente.

    BAR LÉO
    Rua Aurora, 100, Santa Efigênia – São Paulo, SP
    Tel. (11) 3221-0247
    www.barleo.com.br

     

    FrangÓ

    O que já foi uma rotisseria frequentada pelos italianos que faziam fila para comprar o frango grelhado no Largo da Matriz de Nossa Senhora do Ó, se transformou no boteco com uma das melhores coxinhas do mundo. O espaço do casarão triplicou e atrai multidões em busca da dupla incontestável: coxinhas e cervejas. Ainda não vimos por aí uma carta tão extensa de cervejas – são quase trinta páginas com mais de 450 variedades muito bem divididas por estilos, países etc – tem para todos os bolsos. Tomamos várias e apesar de não termos o costume de destacar cervejas por aqui, as ampolas (parece embalagem de remédio antigo) da cerveja Coruja fizeram muito a nossa cabeça!
    Peça a coxinha sempre, seja a individual ou em porções, são imperdíveis – massa sequinha, saborosa e o recheio leva um pouquinho de catupiry, na medida. Depois de comer as coxinhas, você poderá se jogar no cardápio que tem outros ótimos petiscos: tem a linguiça caseira, bolinhos de mandioquinha e costela entre outros.

    FrangÓ
    Largo da Matriz de Nossa Senhora do Ó, 168, Freguesia Do Ó – São Paulo – SP
    Tel. (11) 3932 4818
    www.frangobar.com.br

     
    Agradecimentos ao Roberto Reis e Rafael Schiavolin que acompanharam a visita.

  • Pimentas e farinha para acompanhar os espetinhos – Espetinho das Meninas | Cumbuca Bares e Botecos de Campinas

    Pimentas e farinha para acompanhar os espetinhos – Espetinho das Meninas | Cumbuca Bares e Botecos de Campinas

  • Pimentas e farinha para acompanhar os espetinhos – Espetinho das Meninas | Cumbuca Bares e Botecos de Campinas

    Pimentas e farinha para acompanhar os espetinhos – Espetinho das Meninas | Cumbuca Bares e Botecos de Campinas

  • Food trucks e food bikes na Fundação Síndrome de Down

    Oito food trucks e bikes estacionam na Fundação Síndrome de Down no próximo sábado, dia 12, das 10h às 15h.

    O evento encerra as atividades do ano da instituição em grande estilo, garantindo uma diversidade interessante de pratos saborosos com preço máximo de R$ 20. Roda de samba, feira de troca de brinquedos e a mostra artística integram a programação do evento cuja parte da renda será revertida para a instituição.
    Entre os participantes dos trucks estão Antonello Food Bike, com os canoles, as redondas do Madruga Pizzas, Monte Cogumelos Gourmet, Tasty, os doces de Vivi Ávila, chopp e vinho e os inesquecíveis lanches da Vivi Góes Food Bike.
    A mostra Territórios: o Corpo, o Mundo, o Outro e a Arte reúne trabalhos de 21 usuários produzidos no Ateliê, em 2014 e 2015, utilizando técnicas variadas e mostrando a relação de cada indivíduo com o mundo. A exposição estará aberta à visitação no Espaço Thomaz Perina durante todo o evento.
    Com o objetivo de promover o entrosamento e a socialização entre as crianças, haverá uma feira de trocas de brinquedos usados, uma experiência enriquecedora para dar novos significados a objetos antigos e reafirmar que as relações não precisam ser pautadas pelo consumismo.
    A Fundação convida quem toca instrumentos para uma roda de samba aberta, uma forma divertida de confraternização, valorizando a espontaneidade e as ações colaborativas a partir das 12h30.
     
    Prestigie!
     

    Food bikes e trucks na Fundação Síndrome de Down

    12/12, sábado, das 10h às 15h – ENTRADA GRATUITA
    Sede da instituição – Rua José Antonio Marinho, 430, Barão Geraldo – Campinas
    tel. 3289-2818
    www.fsdown.org.br

  • Dicas para não errar na hora de pedir uma cachacinha do boteco!

    Nada combina mais com boteco do que uma cerveja bem gelada e uma dose de cachaça.

    Seja ela purinha ou na caipirinha, não tem outra, é a melhor mediadora de prosa. Aliás, como dizia Vinícius de Moraes, “nunca vi boa amizade nascer em leiteria…”. Da abrideira à saideira, neste artigo vamos mostrar dicas para não errar na hora de pedir uma cachaça no boteco!

     

    Abrideira

    Nem sempre é fácil encontrar um bar com uma boa seleção de cachaças. Se você ficou curioso e quer provar vários rótulos, comece pedindo uma sugestão para o garçom, ele sabe a preferência da freguesia e vai te sugerir uma cachaça com bom custo-benefício! Só um adendo: fuja das cachaças industriais! Peça uma legítima cachaça de alambique, aquela artesanal! Ah, e a temperatura ideal para beber cachaça é entre 15 e 25 graus. Nos dias mais quentes, peça ela gelada ou com gelo!
    A abrideira é a primeira cachacinha da noite, ideal para tomar com uma cerveja bem gelada, acompanhada de um torresminho, amendoim ou uma mandioca frita! Eu gosto de começar pelas branquinhas, como as cachaças Claudionor (de Minas Gerais), Serra Preta (da Paraíba), Volúpia Prata (da Paraíba) ou Mato Dentro Prata (de São Paulo).
     

    Acompanhadeira

    Agora que você já pediu as suas primeiras doses no boteco, está na hora de ficar mais exigente! Depois de olhar o cardápio ou a carta de cachaças comece a explorar regiões e madeiras que você não conhece. Hoje, o Brasil inteiro produz ótimas cachaças, então escolha uma bebida diferente, envelhecida ou armazenada em alguma madeira, como amburana ou bálsamo. Escolha rótulos de cachaça do Rio Grande do Sul ou da Bahia – sim, esses estados têm cachaças excelentes. Tente fugir do óbvio!
    Agora também é o momento em que você pode começar a prestar mais atenção nos rótulos e as informações impressas nele! Quando pedir uma cachaça, peça ao garçom para trazer a garrafa à mesa. Veja onde a cachaça foi produzida, teor alcoólico, madeira em que foi envelhecida e se a garrafa está quase vazia ou recém-aberta.
    Acompanhadeira é aquela boa quando a conversa já pegou no tranco e o prato mais apetitoso da noite está chegando. Para os campineiros, nada como um bom joelho de porco acompanhado de uma cachaça bem envelhecida e encorpada.
    Sugestões: Volúpia Ouro (produzida na Paraíba), Harmonie Schnaps Ouro (produzida no Rio Grande do Sul), Canarinha (de Minas Gerais).
     

    Saideira

    Agora é o momento em que você pede a sua caipirinha com cachaça artesanal, porque sabe que faz toda a diferença e que também só tem o direito da saideira quem bebe bem acompanhado de tira-gostos e água para hidratar! É fato: intercalar álcool com água previne de uma bela ressaca.
    Bom, na saideira dá para aproveitar também que as cachaças mais encorpadas e viscosas são ótimos digestivos! Então peca um bom rabo de galo ou uma amarelinha!
    Se você tiver outras dúvidas sobre cachaça ou quiser bater um papo, puxa uma cadeira e vamos cumbucar!
     
    Quintal da Cachaça – quintaldacachaca.com.br
    O Quintal da Cachaça, companheiro de copo do Cumbuca, é especialista em cachaças.