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Um texto sobre bar, mulher e um gole gelado de autoconhecimento
11 petiscos vegetarianos e veganos de boteco que você não sabia que queria
Comida di Buteco Campinas 2019
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Série: Bares & Botecos
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Um texto sobre bar, mulher e um gole gelado de autoconhecimento
11 petiscos vegetarianos e veganos de boteco que você não sabia que queria
Comida di Buteco Campinas 2019
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por Lívia Mota
Comecei a beber em casa. Aprendi a beber com a minha família. Pausa. (Antes de continuar este texto, no entanto, preciso dizer que não se trata de uma apologia ao consumo de álcool. Trata-se de um conto da minha história).
Seguindo.
Associada aos aniversários, natais e almoços normais, a cerveja e a cachaça regavam, quase sempre, momentos de alegria. Vez ou outra, de des (alegrias). Pelo lado do meu pai, meus avôs paternos e suas relações mais próximas ao meio rural, ao sítio, com a ordenha das vacas e dos alambiques, me apresentaram a pinga. Minha avó bebia sua dose preparando o almoço.
Do lado da minha mãe, meu avô materno, operário já aposentado, sindicalista, amante e amante traído do Lula, me apresentou o chope e a cerveja. Ele bebia escondido suas últimas latinhas antes de partir pro céu. Cresci vendo os homens e as mulheres da minha família bebendo. E cresci vendo e aprendendo que há limite, que precisa ter tira-gosto e que passar da conta não é saber beber.
Dentro desta minha família etílica, minha mãe, com quem tive fortes embates por um tempo por conta da bebida, dizia “só queria ser homem para poder entrar num bar, encostar o cotovelo no balcão e tomar minha cerveja sossegada”. Esta frase badalou na minha cabeça com revolta e recusa durante a adolescência. Como assim? Minha mãe pensa assim? Ela acha isso bonito? Credo! Eu dizia e pensava credo! Mas o que a gente mais critica e julga no outro é o que a gente mais deseja ter (ou ser).
Pois bem! Hoje, bem maior de idade, abraço todo esse meu sentimento lá de trás. Acolho aquela menina que precisava sentir a revolta e a raiva e a levo para beber no primeiro bar da esquina que vier. Quando a gente cresce, amadurece, cai do pé e começa a germinar nossas próprias raízes, a gente se liberta e liberta o outro. A gente se descontrói. Dói, mas cura. Hoje, a frase da minha mãe não me magoa. Me fortalece. Eu a altero, com a permissão da autora, dizendo “só queria entrar num bar, encostar o cotovelo no balcão e tomar minha cerveja sossegada sendo mulher”.
por Lívia Mota
Comecei a beber em casa. Aprendi a beber com a minha família. Pausa. (Antes de continuar este texto, no entanto, preciso dizer que não se trata de uma apologia ao consumo de álcool. Trata-se de um conto da minha história).
Seguindo.
Associada aos aniversários, natais e almoços normais, a cerveja e a cachaça regavam, quase sempre, momentos de alegria. Vez ou outra, de des (alegrias). Pelo lado do meu pai, meus avôs paternos e suas relações mais próximas ao meio rural, ao sítio, com a ordenha das vacas e dos alambiques, me apresentaram a pinga. Minha avó bebia sua dose preparando o almoço.
Do lado da minha mãe, meu avô materno, operário já aposentado, sindicalista, amante e amante traído do Lula, me apresentou o chope e a cerveja. Ele bebia escondido suas últimas latinhas antes de partir pro céu. Cresci vendo os homens e as mulheres da minha família bebendo. E cresci vendo e aprendendo que há limite, que precisa ter tira-gosto e que passar da conta não é saber beber.
Dentro desta minha família etílica, minha mãe, com quem tive fortes embates por um tempo por conta da bebida, dizia “só queria ser homem para poder entrar num bar, encostar o cotovelo no balcão e tomar minha cerveja sossegada”. Esta frase badalou na minha cabeça com revolta e recusa durante a adolescência. Como assim? Minha mãe pensa assim? Ela acha isso bonito? Credo! Eu dizia e pensava credo! Mas o que a gente mais critica e julga no outro é o que a gente mais deseja ter (ou ser).
Pois bem! Hoje, bem maior de idade, abraço todo esse meu sentimento lá de trás. Acolho aquela menina que precisava sentir a revolta e a raiva e a levo para beber no primeiro bar da esquina que vier. Quando a gente cresce, amadurece, cai do pé e começa a germinar nossas próprias raízes, a gente se liberta e liberta o outro. A gente se descontrói. Dói, mas cura. Hoje, a frase da minha mãe não me magoa. Me fortalece. Eu a altero, com a permissão da autora, dizendo “só queria entrar num bar, encostar o cotovelo no balcão e tomar minha cerveja sossegada sendo mulher”.
O QUE QUER BUSCAR NO GUIA? BOTECO, PETISCO, POR BAIRRO? É SÓ DIGITAR E BUSCAR
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PARA FAZER EM CASA” main_heading_color=”#8e8e8e” sub_heading_color=”#878787″ main_heading_font_size=”desktop:18px;” main_heading_line_height=”desktop:28px;” main_heading_margin=”margin-top:28px;margin-bottom:28px;” main_heading_style=”font-weight:bold;” margin_design_tab_text=””][/ultimate_heading]
[ultimate_spacer height=”36″][ultimate_heading main_heading=”SELEÇÃO DOS MELHORES BARES E BOTECOS DE CAMPINAS” main_heading_color=”#6d6d6d” sub_heading_color=”#878787″ main_heading_font_size=”desktop:28px;” main_heading_line_height=”desktop:28px;” main_heading_margin=”margin-bottom:28px;” sub_heading_font_size=”desktop:16px;” sub_heading_line_height=”desktop:18px;” sub_heading_margin=”margin-top:22px;margin-bottom:22px;” main_heading_style=”font-weight:bold;”]Em 2018 escalamos 22 bares e botecos para você conhecer![/ultimate_heading][ultimate_spacer height=”36″][javo_featured_items_slider random=”rand” count=”22″][ult_buttons btn_title=”VER TODOS OS BOTECOS DA SELEÇÃO” btn_link=”url:http%3A%2F%2Fwww.cumbuca.com.br%2Fselecao-melhores-bares-e-botecos-de-campinas%2F|||” btn_align=”ubtn-center” btn_size=”ubtn-large” btn_title_color=”#ffffff” btn_bg_color=”#00600b” icon_size=”32″ btn_icon_pos=”ubtn-sep-icon-at-left” btn_font_size=”28″]
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É batata: todo vegetariano que se preze já deve ter ouvido perguntas como: “mas nem peixe?”, “nem frango?” e a insólita — mas não menos frequente — “nem bacon!?”. Comum também é o jeito surpreso que as pessoas reagem ao saber que eu, vegetariana, curto um pé-sujo, ou que eu, assídua do bar, sou vegetariana. “O que você come?” Sabe nada, inocente!
A verdade é que as coisas mudaram. Em pleno 196…, digo, 2019, ficou bem mais fácil achar no boteco uma opção vegetariana ou mesmo vegana que passe longe da batida dupla batata frita e pastel de queijo. Veja, nada contra, embora carne de vaca, com o perdão do trocadilho, são sempre muito bem-vindos. É raro mesmo quem não ofereça nada… E muitos daqueles que ainda não incorporaram uma opção no cardápio sempre se prontificam em fazer alguma coisinha, ao melhor estilo “é o que tem” — afinal isso é boteco. Basta conversar com quem está na chapa. Às vezes, a invenção cai no gosto de herbívoros e carnívoros e vai parar no menu oficial.
Com uma vegetariana no conselho, os cumbuqueiros tiveram que dar o braço a torcer e deixar de lado o antiquado preconceito pelo tira-gosto livre de carne. É por isso que, antes tarde do que nunca, escalamos a Seleção Cumbuca dos 11 petiscos vegetarianos e veganos que você não sabia que queria. A ordem é aleatória, como a vida. Feche o olho e escolha qualquer uma dessas boas pedidas!
O Mingo, famoso pelo lanche de linguiça ISO9000, tem uma agradável surpresa para quem passa por lá de quarta-feira. O pastel de abobrinha tem jeito certo de montar. Primeiro, abobrinha refogada e tomate são embalados na fatia de queijo. A trouxinha é então colocada dentro da massa de pastel e frito. A proporção recheio/massa, respeitando o espaço necessário de vento, seria aprovada por qualquer barraquinha de feira. O resultado é um petisco tradicional e, ao mesmo tempo, diferente.
O Saulo e a Michele, além de mandar muito bem na cozinha, estão sempre pensando em jeitos diferentes de nos agradar. O cardápio vem sempre acompanhado de uns papéis extras para acomodar as novas opções. No quesito, vegetariano/vegano vale uma menção honrosa pela variedade. Dentre lanches, porções e frituras, o destaque vai para a Coxinha Chinesa, vegana. Pense num yakissoba — mas sem macarrão e, obviamente, sem carne — empanado e frito. Só experimenta.
A ideia é simples, mas como é que ninguém pensou nisso antes? O sujeito vegetariano aprendeu a gostar do queijo coalho nos churrascos dominicais com a família. Bem tostadinho ele já é ótimo. E se você se você empanar e, golpe de misericórdia, ainda por cima fritar? É mais do que sucesso, é seleção! Aqui fica aqui uma opinião polêmica: ouso dizer que ele desbanca o famigerado provolone à milanesa. É daquelas porções que se você vacilar dois segundos o pessoal da carne come tudo e você tem que pedir outra. Convenhamos, nenhum sacrifício.
Esse eu relutei para experimentar, não vou mentir, mas foi uma agradável surpresa. É totalmente diferente dos salgados que você encontra por aí. Aliás, a família Carioca, impulsionada pelos concursos de boteco, desenvolveu uma inusitada excelência em empanar diversos pratos com um tal chips famoso. Certamente você, vegetariano ou não, fica indeciso ao deparar com o extenso cardápio do bar. Saia de sua zona de conforto, seja resiliente e explore novos horizontes: dê uma chance para o jiló. Sua vó, onde quer que esteja, vai se orgulhar de você.
Abobrinha grelhada, queijo, tomate e só. Tudo isso muito bem temperado cria um lanchinho perfeito para terminar a noite. O lanche foge do formato boca de anjo, patrimônio botequístico campineiro-mor, e por isso uma opção mais rara de encontrar por aí. Se me permitem, gostaria de sugerir uma harmonização. O Clan – já somos íntimos – é, que eu saiba, o único a servir a porção de mandiopã no cardápio. Orna.
É preciso admitir: minha reação ao ver o petisco no cardápio na primeira visita ao Mineiro não foi das mais animadoras. Batata rústica servida no molho de limão com alho frito. Será que combina? Sim e COMO! Difícil esquecer a primeira à moda da Isa — que comanda a cozinha e toca o bar junto com seu cônge Mineiro –, naquele dia apreciada numa matinê em vez do alvorecer habitual. Pedir porção de batata no boteco é quase sempre um sacrilégio. Quase.
A coisa que eu mais gosto nesse lanche é que ele nunca é igual, mas é sempre bom. Boquinha de anjo feito na chapa com os queijos que tiver, então considere a margem de erro de um queijo pra cima ou pra baixo… Pode vir acompanhado de um vinagrete ou só um tomatinho. Orégano! É sempre uma agradável surpresa, sem margem para erro.
O que dizer dessa porção que nem conheço direito, mas já considero pacas. Não faz muito tempo que a Tia incluiu essa opção, mas peço desde que existe. Nacos de abobrinha empanados e fritos, cobertos com queijo e molho, cortados em maravilhosas tirinhas para criar uma porção de respeito. Se preferir, a Tia faz com berinjela também. Uma dica pra quem curte um belo pratão: dá pra pedir no almoço, com ou sem macarrão, pra acompanhar seu arroz e feijão diário.
O Korova, bar aberto há pouco mais de um ano em Barão, já tinha me ganhado ao trocar a farinha de rosca pelo panko em seus empanados. Aqui, a farinha comum nos pratos japoneses se soma ao macarrão cabelo de anjo na fritura para resultar numa crocância pouco vista por aí. A coisa toda ainda vem acompanhada de um molho de tomate seco que casa muito bem com o queijo vegano, que eu achei que não fosse gostar. Erro meu.
Uma porção raiz, tradicional, gostosa e de rara presença nos cardápios campineiros. O Edu faz desde sempre e é um tira gosto perfeito para iniciar as atividades gastronômicas. Salga a boca, alegra a barriga e aquece o coração. Melhor ainda seria se fosse servida pelo saudoso Tatu.
E você aí achando que culinária japonesa é sinônimo de comida leve e saudável, né? Achou errado…. Apesar do sobrenome, nunca fui uma grande adepta da culinária dos meus antepassados. Uma das únicas exceções, desde as primeiras idas à feirinha do Nipo, era o tempurá, afinal fritura é fritura. O Evandro Higa, já conhecido por atingir a perfeição do frango frito na forma de karaage, estendeu sua maestria aos legumes empanados finos e bem sequinhos, deixando as batchans orgulhosas. E tudo isso sem a ajuda de ovo. Os veganos saúdam: arigatô, Higa-san!

Texto e curadoria: Quel Hatamoto
Companheira das civilizações desde a antiguidade, a cerveja já passou por muitos momentos da humanidade – sendo apontada até mesmo como razão pela qual o homem se tornou agricultor, de acordo com o historiador natural Josef H. Reichholf. Agora, a bebida provavelmente está vivendo seu momento mais diversificado de consumo, ganhando, inclusive, mais adeptos de seus sabores. Novos ingredientes, novas versões, novas mãos produzindo receitas autorais. Se nós evoluímos, a cerveja, mais uma vez, nos acompanhou. Mas, mesmo com tantas novidades para apreciá-la, ainda pairam dúvidas sobre o quanto a cerveja pode comprometer um estilo de vida equilibrado e uma dieta balanceada. Para acabar com os mitos nutricionais da cerveja e sossegar os corações de quem não dispensa uma gelada vez ou outra, vamos mostrar os benefícios da bebida destacados pela nutricionista Dra. Andrea Zaccaro, mestre em Ciências da Saúde pela Faculdade de Medicina do ABC e membro fundadora e vice-presidente da Associação Brasileira de Nutrição Esportiva (ABNE). Ela afirma que “se consumida moderadamente, ela pode fazer parte de um estilo de vida balanceado já que, como o vinho, contém antioxidantes e algumas vitaminas e minerais, provenientes dos cereais como milho, arroz, trigo e do lúpulo”.
Quando comparada a outras bebidas, como o vinho, a cerveja é menos calórica. Cada grama de álcool tem 7 kcal, portanto, quanto maior o teor alcoólico, mais calorias terá. Em termos práticos, quando você beber uma lata de 350 ml, estará ingerindo cerca de 120 calorias e ainda compostos benéficos como antioxidantes!
Por falar em antioxidantes, esses agentes fazem muito bem à saúde, pois são capazes de evitar a formação de radicais livres e de impedir a ação nociva dessas moléculas. E adivinhe só? Os antioxidantes estão presentes na cerveja devido ao lúpulo, ingrediente natural que integra a produção da bebida.
Também com o consumo comedido, a cerveja ainda pode dar uma força para o sistema cardiovascular. A ação benéfica em relação à capacidade antioxidante, ao perfil lipídico e ao sistema de coagulação contribui para reduzir as chances de desenvolvimento de doenças relacionadas ao coração e aos vasos sanguíneos.
Com as novas possibilidades de sabores, aromas e receitas, vale apostar em cervejas com ingredientes além da água, malte e lúpulo. Arroz, trigo, mel, frutas vermelhas e outras “ousadias” podem agregar nutrientes! Ou seja, a qualidade nutricional da bebida não depende da quantidade de elementos do rótulo, mas sim do que é usado na composição.
Como a nutricionista bem nos lembra, a quantidade moderada significa até uma dose por dia para mulheres (350mL) e duas doses para homens (700mL). E agora, que tal comemorar com um brinde no boteco mais próximo? Veja as opções em Campinas aqui.
Companheira das civilizações desde a antiguidade, a cerveja já passou por muitos momentos da humanidade – sendo apontada até mesmo como razão pela qual o homem se tornou agricultor, de acordo com o historiador natural Josef H. Reichholf. Agora, a bebida provavelmente está vivendo seu momento mais diversificado de consumo, ganhando, inclusive, mais adeptos de seus sabores. Novos ingredientes, novas versões, novas mãos produzindo receitas autorais. Se nós evoluímos, a cerveja, mais uma vez, nos acompanhou. Mas, mesmo com tantas novidades para apreciá-la, ainda pairam dúvidas sobre o quanto a cerveja pode comprometer um estilo de vida equilibrado e uma dieta balanceada. Para acabar com os mitos nutricionais da cerveja e sossegar os corações de quem não dispensa uma gelada vez ou outra, vamos mostrar os benefícios da bebida destacados pela nutricionista Dra. Andrea Zaccaro, mestre em Ciências da Saúde pela Faculdade de Medicina do ABC e membro fundadora e vice-presidente da Associação Brasileira de Nutrição Esportiva (ABNE). Ela afirma que “se consumida moderadamente, ela pode fazer parte de um estilo de vida balanceado já que, como o vinho, contém antioxidantes e algumas vitaminas e minerais, provenientes dos cereais como milho, arroz, trigo e do lúpulo”.
Quando comparada a outras bebidas, como o vinho, a cerveja é menos calórica. Cada grama de álcool tem 7 kcal, portanto, quanto maior o teor alcoólico, mais calorias terá. Em termos práticos, quando você beber uma lata de 350 ml, estará ingerindo cerca de 120 calorias e ainda compostos benéficos como antioxidantes!
Por falar em antioxidantes, esses agentes fazem muito bem à saúde, pois são capazes de evitar a formação de radicais livres e de impedir a ação nociva dessas moléculas. E adivinhe só? Os antioxidantes estão presentes na cerveja devido ao lúpulo, ingrediente natural que integra a produção da bebida.
Também com o consumo comedido, a cerveja ainda pode dar uma força para o sistema cardiovascular. A ação benéfica em relação à capacidade antioxidante, ao perfil lipídico e ao sistema de coagulação contribui para reduzir as chances de desenvolvimento de doenças relacionadas ao coração e aos vasos sanguíneos.
Com as novas possibilidades de sabores, aromas e receitas, vale apostar em cervejas com ingredientes além da água, malte e lúpulo. Arroz, trigo, mel, frutas vermelhas e outras “ousadias” podem agregar nutrientes! Ou seja, a qualidade nutricional da bebida não depende da quantidade de elementos do rótulo, mas sim do que é usado na composição.
Como a nutricionista bem nos lembra, a quantidade moderada significa até uma dose por dia para mulheres (350mL) e duas doses para homens (700mL). E agora, que tal comemorar com um brinde no boteco mais próximo? Veja as opções em Campinas aqui.
Nesta edição contamos com a participação de especialistas – Breno Filipe Bocalon Cavalcanti (Gole e Gula), Bruno Ribeiro (jornalista), Manuel Alves Filho (chef de cozinha e jornalista), Marita Siqueira (jornalista), Miriam Abrahão (Dicas da Mi) que nos ajudaram na difícil tarefa de montar uma lista de convocados (35). Fizemos uma votação popular (1086 votos) e, no fim, selecionamos os estabelecimentos que estão jogando melhor e que representam a identidade dos botecos de Campinas fazendo a nossa felicidade. Confira nossa escalação.
O ponto de partida foram as indicações dos especialistas e da equipe do Cumbuca. Para a escolha dos botecos sempre consideramos: história, tradição, clima de boteco – descontraído e democrático como deve ser. Os proprietários e o pessoal da linha de frente também fazem a diferença. Confira nossa seleção.
Bigodi e sua esposa Eli, cozinheira de mão cheia, estão à frente do boteco que oferece ao fiéis cliente pratos e petiscos tradicionais de inspiração mineira. A surpresa foi a novidade no cardápio: hambúrguer de picanha. Preparado no capricho. Vale experimentar!
O simpático Carioca, Nilda, sua esposa, e Fabinho, seu filho, cuidam da melhor cozinha entre os botecos. Fabinho apresentou o Lombinho IAPI que leva lombo defumado, presunto, mortadela, catupiry e azeitona preta. Além de lamber os beiços com o lanche, a cada unidade vendida, R$2,50 serão destinados à Sociedade Beneficiente Amigos Vila IAPI!
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Hoje quem toca o botecão de esquina é o simpático Silvio, genro do finado Fernando. Às sextas o boteco fica apinhado de gente que faz fila para comer o pernil, seja acompanhado de batatas, seja no Juliana Paes, que leva aliche, tomate, gorgonzola e pernil, uma ótima pedida. Aos sábados tem o famoso pimentão recheado que faz a fama da casa.
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O botecão simples tem um dos melhores lanches feitos na chapa da cidade. Zé Raimundo e o Nê comandam o bar. O destaque fica para o lanche de linguiça que leva linguiça, ovo, tomate e queijo. É para comer de joelhos. O lanche é ISO 9000. Há anos os ingredientes e o formato são impressionantemente iguais.
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O Bar do Saulo capitaneado pelo Saulo e sua filha Michelle surpreende pela variedade e qualidade da cozinha. Pode pedir o que quiser do cardápio que é tudo de bom! O destaque do Saulo foi a porção de anéis de lula e tilápia à milanesa que são saborosíssimos. Os salgados da casa também são de matar. O croquete, o kibe e as coxinhas são demais.
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Presta para os íntimos é um boteco simples e disputado. Ali o Fabinho, palmeirense fanático, e a Dona Lucíola (Lu), autêntica portuguesa, oferecem a melhor sardinha frita de Campinas, imbatível! O lanche de pernil também é coisa de outro mundo. Leva o suculento pernil da casa, queijo e vinagrete. Amém.
O simpático proprietário do botequim que ocupa uma esquina na Vila Teixeira, o Beto, não para de inventar. Prova disso é a Moela à milanesa marinada na cerveja, Filho Adotivo, que levou o prêmio do Comida di Buteco em 2017. Uma iguaria da casa que deve ser saboreada. O cardápio é repleto de petiscos exclusivos.
O Bar Estação Baronesa honra a culinária nordestina oferecendo petiscos de primeira. Klecius, paraibano, e Cotó, baiano, preparam um Rubacão sensacional. O prato leva feijão de corda, queijo coalho, carne de charque, arroz e nata, coisa de louco. Destaque para a imperdível porção de queijo coalho à milanesa. Perfeita para abrir os trabalhos.
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A tradicional esquina acolhedora, patrimônio do Jardim Nova Europa, é chefiada pelos irmãos Miki e Virgínia e seu esposo, Osvaldo. O melhor ali é ver as bandejas de frituras que circulam entre as mesas e são um convite para experimentar os melhores salgados: a incrível porpeta da casa, kibes, croquetes, pastéis e muito mais. O camarão empanado também não pode ficar fora das experimentações.
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O simpático Valmir Belotti é o Rei do Joelho e da cozinha do bar. O carro-chefe do boteco é o joelho de porco, sensacional refeição para comer de joelhos. Para petiscar o acepipe, Valmir inventou e colocou o joelho no pastel, juntou com o catupiry e a combinação ficou uma perfeição. Detalhe: o vinagrete que acompanha é obrigatório!
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O Stout ocupa uma esquina ao lado da moradia da Unicamp. A simpatia da Paula, que comanda o bar, contagia os convivas que ali encontram uma proposta diferente com uma ótima comida e uma programação cultural ativa. Da cozinha, os destaques ficam por conta dos lanches feitos no pão especial da casa que fazem toda a diferença: em destaque o de rosbife, mas tem o de pernil e o de abobrinha que estão no páreo!
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Completando a seleção, temos um banco de respeito! Prontos para entrar em campo. Aproveite para conhecê-los.
Tradicionalíssimo botequim lusitano. Destaque para balcão de vidro repleto de acepipes.
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O botecão tradicional é ponto obrigatório em Sousas. Balcão de fórmica, chapa quente e estufa com pastéis recém fritos. Experimente o lanche de pernil.
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Simpático boteco na Vila Industrial. Da chapa do Aldo saem alguns dos melhores lanches "boca de anjo" de Campinas. O de mortadela defumada na chapa é fenomenal.
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O boteco Rafa fica no Mercadão de Campinas. Só isso já valeria a pena. Mas os petiscos da casa são de matar. As porpetas e os salgados, fritos na hora, são para lá de bons.
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Dona Olinda assumiu o legado da família e o Bar do Soares continua com os melhores lanches da cidade. Século XX é um dos nossos preferidos.
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Oásis no Jardim Leonor. O boa praça Vanilson garante um cardápio eclético onde tudo é bom. Os espetinhos saem rápido e são sensacionais.
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Patrimônio de Barão Geraldo. O botecão de esquina tem ótimos petiscos e tira-gostos. A moela ao molho é uma das melhores do mundo!
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Botecão obrigatório no centro de Campinas. Há mais de 30 anos os irmãos mineiros tocam o bar e garantem os melhores torresmos da cidade. Destaque também para os lanches na chapa.
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O botequim ocupa uma esquina agradável na Uruguaiana. Cardápio enxuto mas certeiro. Os lanches da casa são formidáveis, além do queijo coalho em petisco.
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Ambiente informal e uma cozinha de qualidade são os destaques desse bar comandado pela Ciça e pelo Fabinho. Porções generosas e lanches ótimos!
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Um dos pontos mais tradicionais de Campinas. O boteco é presença obrigatória em qualquer lista. Já experimentou o bolinho de bacalhau?
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Nesta edição contamos com a participação de especialistas – Breno Filipe Bocalon Cavalcanti (Gole e Gula), Bruno Ribeiro (jornalista), Manuel Alves Filho (chef de cozinha e jornalista), Marita Siqueira (jornalista), Miriam Abrahão (Dicas da Mi) que nos ajudaram na difícil tarefa de montar uma lista de convocados (35). Fizemos uma votação popular (1086 votos) e, no fim, selecionamos os estabelecimentos que estão jogando melhor e que representam a identidade dos botecos de Campinas fazendo a nossa felicidade. Confira nossa escalação.
O ponto de partida foram as indicações dos especialistas e da equipe do Cumbuca. Para a escolha dos botecos sempre consideramos: história, tradição, clima de boteco – descontraído e democrático como deve ser. Os proprietários e o pessoal da linha de frente também fazem a diferença. Confira nossa seleção.
Bigodi e sua esposa Eli, cozinheira de mão cheia, estão à frente do boteco que oferece ao fiéis cliente pratos e petiscos tradicionais de inspiração mineira. A surpresa foi a novidade no cardápio: hambúrguer de picanha. Preparado no capricho. Vale experimentar!
O simpático Carioca, Nilda, sua esposa, e Fabinho, seu filho, cuidam da melhor cozinha entre os botecos. Fabinho apresentou o Lombinho IAPI que leva lombo defumado, presunto, mortadela, catupiry e azeitona preta. Além de lamber os beiços com o lanche, a cada unidade vendida, R$2,50 serão destinados à Sociedade Beneficiente Amigos Vila IAPI!
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Hoje quem toca o botecão de esquina é o simpático Silvio, genro do finado Fernando. Às sextas o boteco fica apinhado de gente que faz fila para comer o pernil, seja acompanhado de batatas, seja no Juliana Paes, que leva aliche, tomate, gorgonzola e pernil, uma ótima pedida. Aos sábados tem o famoso pimentão recheado que faz a fama da casa.
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O botecão simples tem um dos melhores lanches feitos na chapa da cidade. Zé Raimundo e o Nê comandam o bar. O destaque fica para o lanche de linguiça que leva linguiça, ovo, tomate e queijo. É para comer de joelhos. O lanche é ISO 9000. Há anos os ingredientes e o formato são impressionantemente iguais.
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O Bar do Saulo capitaneado pelo Saulo e sua filha Michelle surpreende pela variedade e qualidade da cozinha. Pode pedir o que quiser do cardápio que é tudo de bom! O destaque do Saulo foi a porção de anéis de lula e tilápia à milanesa que são saborosíssimos. Os salgados da casa também são de matar. O croquete, o kibe e as coxinhas são demais.
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Presta para os íntimos é um boteco simples e disputado. Ali o Fabinho, palmeirense fanático, e a Dona Lucíola (Lu), autêntica portuguesa, oferecem a melhor sardinha frita de Campinas, imbatível! O lanche de pernil também é coisa de outro mundo. Leva o suculento pernil da casa, queijo e vinagrete. Amém.
O simpático proprietário do botequim que ocupa uma esquina na Vila Teixeira, o Beto, não para de inventar. Prova disso é a Moela à milanesa marinada na cerveja, Filho Adotivo, que levou o prêmio do Comida di Buteco em 2017. Uma iguaria da casa que deve ser saboreada. O cardápio é repleto de petiscos exclusivos.
O Bar Estação Baronesa honra a culinária nordestina oferecendo petiscos de primeira. Klecius, paraibano, e Cotó, baiano, preparam um Rubacão sensacional. O prato leva feijão de corda, queijo coalho, carne de charque, arroz e nata, coisa de louco. Destaque para a imperdível porção de queijo coalho à milanesa. Perfeita para abrir os trabalhos.
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A tradicional esquina acolhedora, patrimônio do Jardim Nova Europa, é chefiada pelos irmãos Miki e Virgínia e seu esposo, Osvaldo. O melhor ali é ver as bandejas de frituras que circulam entre as mesas e são um convite para experimentar os melhores salgados: a incrível porpeta da casa, kibes, croquetes, pastéis e muito mais. O camarão empanado também não pode ficar fora das experimentações.
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O simpático Valmir Belotti é o Rei do Joelho e da cozinha do bar. O carro-chefe do boteco é o joelho de porco, sensacional refeição para comer de joelhos. Para petiscar o acepipe, Valmir inventou e colocou o joelho no pastel, juntou com o catupiry e a combinação ficou uma perfeição. Detalhe: o vinagrete que acompanha é obrigatório!
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O Stout ocupa uma esquina ao lado da moradia da Unicamp. A simpatia da Paula, que comanda o bar, contagia os convivas que ali encontram uma proposta diferente com uma ótima comida e uma programação cultural ativa. Da cozinha, os destaques ficam por conta dos lanches feitos no pão especial da casa que fazem toda a diferença: em destaque o de rosbife, mas tem o de pernil e o de abobrinha que estão no páreo!
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Completando a seleção, temos um banco de respeito! Prontos para entrar em campo. Aproveite para conhecê-los.
Tradicionalíssimo botequim lusitano. Destaque para balcão de vidro repleto de acepipes.
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O botecão tradicional é ponto obrigatório em Sousas. Balcão de fórmica, chapa quente e estufa com pastéis recém fritos. Experimente o lanche de pernil.
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Simpático boteco na Vila Industrial. Da chapa do Aldo saem alguns dos melhores lanches "boca de anjo" de Campinas. O de mortadela defumada na chapa é fenomenal.
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O boteco Rafa fica no Mercadão de Campinas. Só isso já valeria a pena. Mas os petiscos da casa são de matar. As porpetas e os salgados, fritos na hora, são para lá de bons.
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Dona Olinda assumiu o legado da família e o Bar do Soares continua com os melhores lanches da cidade. Século XX é um dos nossos preferidos.
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Oásis no Jardim Leonor. O boa praça Vanilson garante um cardápio eclético onde tudo é bom. Os espetinhos saem rápido e são sensacionais.
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Patrimônio de Barão Geraldo. O botecão de esquina tem ótimos petiscos e tira-gostos. A moela ao molho é uma das melhores do mundo!
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Botecão obrigatório no centro de Campinas. Há mais de 30 anos os irmãos mineiros tocam o bar e garantem os melhores torresmos da cidade. Destaque também para os lanches na chapa.
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O botequim ocupa uma esquina agradável na Uruguaiana. Cardápio enxuto mas certeiro. Os lanches da casa são formidáveis, além do queijo coalho em petisco.
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Ambiente informal e uma cozinha de qualidade são os destaques desse bar comandado pela Ciça e pelo Fabinho. Porções generosas e lanches ótimos!
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Um dos pontos mais tradicionais de Campinas. O boteco é presença obrigatória em qualquer lista. Já experimentou o bolinho de bacalhau?
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