Autor: cumbuca

  • Bar do Zé – Boteco do mês

    Já disseram que boteco que se preza é conhecido pelo genitivo. Esse é o Bar do Zé. Antiga mercearia da Vila Industrial que virou bar e dos bons.

    | Bar do Zé – Boteco do Mês – Abril 2011

    Nas nossas andanças pela Vila Industrial, chegamos ao Bar do Zé. Com lágrimas nos olhos o cumbuqueiro Junior lembrou-se da infância. Ali, antigamente uma mercearia, era o lugar que saia com um maço de cigarro para o avô e o pão para o café da tarde. (mais…)

  • Ponto 1

    Fomos convidados para conferir e experimentar as novidades no cardápio do Ponto 1.

    | Ponto 1 – Março 2011

    Chegamos e os irmãos André e Ademar do outro lado do balcão ainda não sabiam se tinha sido boa ideia convidar nossa equipe.

    Mal foi aberta a primeira gelada e o clima já era outro. Depois de tirarmos uma foto abraçados com o novo cardápio, falamos de nossas boas intenções e invadimos a cozinha para acompanhar de perto os segredos da simplicidade do lanche Dinamite – filé mignon, queijo prato, cheddar, pimenta dedo de moça e pão francês. Além do molho ser da pimenta que vem do quintal da casa dos pais de André, tivemos uma aula sobre queijos de qualidade. O resultado é muito bom e recomendado para os que gostam de lanches apimentados na medida. (mais…)

  • Vila Bambu – Bar da Fátima – Boteco do mês

    Chovia quando a equipe do Cumbuca desembarcou no Vila Bambu (Bar da Fátima para os íntimos), com uma fome que nem me contem e uma sede de anteontem. Fomos recebidos por Chico Buarque – na vitrola, evidentemente. (N.R: Não era bem uma vitrola, mas isso não faz diferença).

    | Vila Bambu (Bar da Fátima) – Boteco do Mês – Fevereiro 2011

    O clima lá fora prometia água. E lá dentro, cerveja. No Bar da Fátima, o freguês se encarrega de apanhar a própria garrafa no freezer, num clima de mútua confiança cada vez mais em falta nos dias de hoje. E nós, que adoramos lugares informais, só não ficamos mais à vontade porque não havia um sofá para esticar a caveira. (mais…)

  • Bar Azul resiste

    Em noite de trégua com as chuvas, a equipe do Cumbuca saiu decidida em reencontrar um tradicional boteco que resiste ao esquema de barzinhos do Cambuí, o Bar Azul.

    | Bar Azul – Fevereiro 2011

    Em noite de trégua com as chuvas, a equipe do Cumbuca saiu decidida em reencontrar um tradicional boteco que resiste ao esquema de barzinhos do Cambuí, o Bar Azul. (mais…)

  • Receitas com Jiló

    Trouxemos quatro receitas com jiló de tira-gostos de boteco para fazer em casa.

    Goste ou não o fruto (é isso mesmo, jiló é fruto) rotulado injustamente como “comida de passarinho”, já foi cantado pelo mestre Luiz Gonzaga e tema de Festivais.

    De onde vem a rejeição a esse fruto, planta herbácea confundida com legumes, não sabemos. O que descobrimos é que além de cair muito bem acompanhando a gelada, o jiló ou “solanum gila” é uma espécie “nativa domesticada” assim como o cará, a goiaba, a jabuticaba, entre outros.

    É rica em carboidratos, proteínas, sais mineiras e vitaminas.

    Por aqui, na equipe do Cumbuca, só tem fãs de jiló. A excessão é o Maguila que tem verdadeira ojeriza. Na época de cativeiro via seus amigos periquitos, vizinhos de jaula, serem entupidos com o fruto e resolveu nunca mais comer. (mais…)

  • Bar Voga reformado

    O Bar Voga foi todo repaginado. Está parecendo farmácia, todo branquinho e iluminado.

    | Bar Voga – Dezembro 2010

    O lugar foi todo repaginado. Está parecendo farmácia, todo branquinho e iluminado.

    As mesas de madeira continuam na rua e fazem a alegria dos botequeiros de plantão.

    Azulejos brancos foram colocados nas paredes e levaram a cozinha para os fundos. Era bacana poder ver a agitação dos cozinheiros preparando os pastéis, vai ficar na saudade! (mais…)

  • Bar do Bigodi e da Tia Eli – Boteco do mês

    É isso mesmo Bigodi com i no final. O Bar do Bigodi e da Tia Eli foi um achado com boa comida e cerveja gelada.

    | Bar do Bigodi e da Tia Eli – Boteco do Mês – Dezembro 2010

    Localizado numa rua escondida e pouco movimentada do bairro Vila Nova, o Bar do Bigodi (assim mesmo, com i no fim) é um grande achado: se não bastasse ter boa comida e cerveja gelada, tem um ponto de táxi na porta – o que facilita bastante o exercício da libação para quem não dirige ou costuma exagerar na dose.

    Precavido, o santista Bigodi colocou a TV de plasma (um contraste com a simplicidade do lugar) estrategicamente próxima ao balcão – que fica apinhado em dia de futebol.

    A equipe do Cumbuca fez a visita em noite mais tranqüila, de forma que foi possível bater um papo demorado com o dono do boteco, uma figuraça. (mais…)

  • Osteria Salvatore

    Osteria Salvatore: inspiração nas antigas osterias italianas onde viajantes encontravam abrigo, alimentação e descanso em suas jornadas, o espaço ímpar reúne em um clima aconchegante, pizzaria, cafeteira e piano bar.

    | Osteria Salvatore – Boteco do Mês – Novembro 2010

    A indicação foi do assíduo frequentador Marco Giordano, um achado.

    Em uma esquina do Parque Industrial reinava a tranquilidade. Foi onde encontramos o local que é um misto de pizzaria e bar, de bar e pizzaria. Na verdade a pizzaria é uma extensão da casa da ‘nonna’ da família que já estava na cama.

    A equipe foi recebida pelo simpático casal Júlia (filha do proprietário) e Marcelo que já foram trazendo os antepastos da casa – bruschettas, sardela e caponata de berinjela – e apresentando o canto com a coleção de raridades em vinil. Nos sentimos em casa, e isso é sempre um perigo. (mais…)

  • Orelha de Porco do Bar do Cesinha

    A noite que encaramos a orelha de porco no Bar do Cesinha.

    | Bar do Cesinha – Julho 2013

    Durante o dia fisioterapeuta e à noite um mestre na arte do preparo de petiscos. Esse é o cotidiano no nosso estimado Cesinha. Quando acaba o expediente ele assume o comando do seu boteco e nos proporciona verdadeiras pérolas da baixa gastronomia.

    Abrimos os trabalhos com uma porção de orelha de porco que nos emocionou. É coisa de profissional!

    Na sequência nos deliciamos com porções de batatinha, chouriço e sardinha, todas marinadas num ótimo tempero, onde o segredo está na simplicidade e na fina combinação de cebola, pimenta, aceite e vinagre. Tudo de primeira. (mais…)

  • Comemos o Cudiguim do Gordo – Rei do Joelho

    Calma, caríssimos internautas, não participamos de nenhuma suruba. O Gordo em questão é o nosso estimado amigo Valmir, dono do bar Rei do Joelho.

    Já o referido cudiguim é um pestisco para quem tem estômago de avestruz, pois é uma linguiça gelatinosa feita com a pele do porco e sua carne, depois cozida e cortada em rodelas. Ao que consta o nome veio do italiano cotechino (lê-se cotequino). O negócio requer estômago forte, coisa que faltou ao macaco são paulino Junior. (mais…)