Autor: cumbuca

  • Fotografamos o macarrão da mesa ao lado. Olha o capricho. Miki Bar | Cumbuca Bares e Botecos de Campinas

    Fotografamos o macarrão da mesa ao lado. Olha o capricho. Miki Bar | Cumbuca Bares e Botecos de Campinas

  • Caldo de mocotó. Um dos melhores que experimentamos, arrancou lágrimas de nossa equipe | Cumbuca Bares e Botecos de Campinas

    Caldo de mocotó. Um dos melhores que experimentamos, arrancou lágrimas de nossa equipe | Cumbuca Bares e Botecos de Campinas

  • Caldo de mocotó. Um dos melhores que experimentamos, arrancou lágrimas de nossa equipe | Cumbuca Bares e Botecos de Campinas

    Caldo de mocotó. Um dos melhores que experimentamos, arrancou lágrimas de nossa equipe | Cumbuca Bares e Botecos de Campinas

  • Miki fez questão de mostrar o banheiro feminino caprichado do Miki Bar | Cumbuca Bares e Botecos de Campinas

    Miki fez questão de mostrar o banheiro feminino caprichado do Miki Bar | Cumbuca Bares e Botecos de Campinas

  • Miki fez questão de mostrar o banheiro feminino caprichado do Miki Bar | Cumbuca Bares e Botecos de Campinas

    Miki fez questão de mostrar o banheiro feminino caprichado do Miki Bar | Cumbuca Bares e Botecos de Campinas

  • Mulheres no boteco: perfil de Raquel, vegetariana botequeira

    Raquel Gomes Hatamoto

    “Gosto de me sentir acolhida, como se estivesse em casa. E esse sentimento surge, não coincidentemente, nos bares de bairro”

    Formada em História e Jornalismo, Raquel não nega sua veia em Humanas na presença assídua nas mesas de bar. Na maior parte do tempo trabalha no Escritório de Relações Internacionais do Instituto de Biologia da UNICAMP, nas horas vagas só pensa em botecar. O ambiente, o clima de descontração com os amigos ao entardecer e a expectativa de bebericar algo ao final do expediente são os chamarizes para Raquel . “Basta isso para que o dia passe mais rápido”, conta.
    Toda sexta e sábado ela bate cartão nos botecos, seja naqueles que já é frequentadora ou mapeando novas biroscas – coisa que adora fazer. Nos dias em que o trabalho é mais pesado, Raquel também pede um botequinho no meio da semana pra desanuviar a pressão e, dependendo do ânimo, estica até o domingo. Seus maiores parceiros de mesa são cinco amigos e seu marido que não falham na missão.
    O negócio da Raquel é ir ao bar, principalmente, para beber, mas ela não dispensa uma porçãozinha. Por ser vegetariana, acaba perdendo bastante da vasta e deliciosa experiência da baixa gastronomia, mas revela que tem seus privilégios: “Geralmente os donos de bar são super legais comigo e acabam improvisando alguma coisa sem carne especialmente pra mim.” Sua porção preferida é o lanche boca de anjo e o pastel de queijo pois, segundo Raquel, “cerveja e fritura ornam como ninguém”.
    Ela conta o que mais a cativa nos botecos campineiros: “Talvez seja provincianismo campineiro, mas gosto de me sentir acolhida, como se estivesse em casa. E esse sentimento surge, não coincidentemente, nos bares de bairro. Gosto de saber que os donos estão ali, metendo a mão na massa, comandando a chapa e servindo os clientes”. Além disso, ela diz que o clima fica ainda melhor acompanhado de um copo americano sempre cheio, mesa na calçada e uma pracinha à frente.
    Sua frequência aos botecos faz com que presencie certas situações que a incomodam bastante, como piadas ou atitudes racistas, homofóbicas e machistas. “Me incomoda o fato de eu ser extremamente respeitada quando estou no bar com o meu marido, algo que não acontece quando saio para beber só com as amigas”, desabafa.
    Mas, para ela, esse cenário vem mudando: “Estamos gritando cada vez mais alto e vimos recentemente o que uma denúncia de abuso fez com a reputação de um bar tradicional em São Paulo. Acredito que a popularização do movimento feminista faz com que as mulheres se sintam cada vez mais seguras e apoiadas para frequentar, ocupar e se fazer notar em ambientes tidos como masculinos.”

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  • O Bar Sociedade continua ótimo!

    Quando nos falaram que o Sociedade havia mudado de nome, achamos que era por conta da preguiça do pessoal. De certo, falar Bar Sociedade Alternativa gastava muita saliva e aí resolveram simplificar. Passamos por lá para tirar a prova e saber que história era essa. O boteco é um dos nossos preferidos e o nome sempre foi perfeito para o ambiente cult e a simplicidade despojada do bar em pleno Cambuí.
    Nirsão, mestre da chapa do Sociedade, começou a preparar nossos lanches do outro lado do balcão e, óbvio, a falar da gastronomia local. Dos lanches, destacamos o próprio Nirsão, que além de levar seu nome, tem filé mignon, salsinha, alho, provolone e vinagrete. Outro, muito bom, homenageia nosso compadre Adriano Rosa. Sua invenção é recheada de pernil, provolone, gorgonzola e rúcula. Um lanche melhor que o outro.
    E foi por conta da feliz indicação de uma leitora indignada, com muita razão, porque a coxinha do Sociedade não figurava entre as melhores da cidade (veja nossa lista aqui), que descobrimos mais uma especialidade do bar. Para falar a verdade, nem sabíamos que tinha coxinha no cardápio tamanha nossa obsessão pelos lanches de lá. Para nossa surpresa, a coxinha é excelente. É pra coxólatra nenhum de plantão botar defeito.
    Sobre a mudança do nome? Pois é, várias teorias e explicações. O que vale mesmo, independente de alcunha, é que o Sociedade continua ótimo. Nós, agora, só chamamos o bar de Soci, não é Daniel e Nirsão?[ult_buttons btn_title=”VER FICHA COMPLETA | BAR SOCIEDADE” btn_link=”url:http%3A%2F%2Fwww.cumbuca.com.br%2Fbares-e-botecos%2Fbar-sociedade-alternativa%2F||” btn_size=”ubtn-large” btn_title_color=”#eaeaea” btn_bg_color=”#244c17″ icon_size=”32″ btn_icon_pos=”ubtn-sep-icon-at-left” btn_border_style=”solid” btn_border_size=”1″ btn_radius=”3″ btn_font_family=”font_family:Montserrat|font_call:Montserrat”]

  • Sanduíche que homenageia Adriano Rosa – pernil, provolone, gorgonzola e rúcula – Bar Sociedade | Cumbuca Campinas

    Sanduíche que homenageia Adriano Rosa – pernil, provolone, gorgonzola e rúcula – Bar Sociedade | Cumbuca Campinas

  • bSanduíche que homenageia Adriano Rosa – pernil, provolone, gorgonzola e rúcula – Bar Sociedade | Cumbuca Campinas

    Sanduíche que homenageia Adriano Rosa – pernil, provolone, gorgonzola e rúcula – Bar Sociedade | Cumbuca Campinas

  • Mulheres no boteco: perfil de Marita, botequeira de responsa

    Marita Siqueira

    Costumo ir ao bar muitas vezes, principalmente aos sábados, em que faço ‘via sacra’ pela cidade e frequento aqueles que considero como extensão do lar

    Marita é jornalista, trabalha como repórter na RAC (Rede Anhanguera de Comunicação) e é colunista do Doses, na revista Metrópole. Ou, seja, tem gabarito pra falar de bar. Nas horas vagas não precisa nem pensar muito para decidir seu lugar preferido, já que o boteco é sua segunda casa. Ela conta que não carece de motivação para ir a um bar, basta estar com o fígado em bom estado.
    Marita costuma frequentar os balcões de 3 a 4 vezes por semana e, dependendo do dia, vai em mais de dois botecos por vez, principalmente aos sábados, quando dispõe de mais tempo para se dedicar ao seu hobby.
    Ela conta que já foi mais assídua nas idas aos bares. Costumava bater cartão quase todo dia após o expediente. Mas, com o encarecimento das bebidas, tem preferido ficar em casa, transformando-a em um verdadeiro boteco com música de qualidade, cerveja gelada, petiscos deliciosos e personalizados, e claro, com a  companhia dos amigos que não podem faltar.
    No bar, divide a mesa ou o balcão, com o namorado, Bruno Ribeiro, também grande apreciador da cultura de boteco e com alguns bons amigos. Suas bebidas preferidas são cerveja acompanhada de Campari de aperitivo. Dependendo do dia também pede gim ou vinho. Suas porções mais apreciadas são as em conserva como jiló, tremoço, cebolinha e alguns pratos típicos como moela, coraçãozinho de frango, pé de porco, dobradinha, sarapatel, rabada e o tradicional caldinho de mocotó nos dias de friaca.
    O que mais encanta Marita nos botecos é o clima informal, descontraído, no qual todos interagem para falar de temas como política, futebol, literatura e até filosofar sobre o sentido da vida. Se justifica: “por isso, prefiro o balcão à mesa; o pé sujo ao ostentado”.
    Ela conta que em alguns botecos fregueses machistas e conservadores agem de forma constrangedora. Quando isso acontece, procura ignorar tais comportamentos ou até mesmo a evitar esses locais. Sobre a presença cada vez mais assídua das mulheres nos bares comenta: “Acho muito natural. Somos um país jovem, com democracia recente, portanto, é compreensível que a igualdade entre os gêneros em lugares como botecos tenha tardado um pouco mais do que em países como a Espanha e a França, onde as mulheres frequentam os botecos há mais tempo. Veja por exemplo o Rio de Janeiro, cuja colonização teve forte influência francesa, as mulheres e senhoras vão muito aos botequins. São Paulo é um lugar mais conservador, sobretudo no interior. Estamos ainda nessa transição de processo evolutivo, mas no balcão me vejo como um ser humano, que dá e exige respeito”.
     
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