Autor: cumbuca

  • Porpetemos! As melhores porpetas dos bares e botecos de Campinas

    Até mesmo entre especialistas, cozinheiros e botequeiros de plantão não há um consenso sobre o conceito do famoso tira-gosto. Em nossas andanças atrás das melhores porpetas de Campinas ouvimos de tudo, inclusive diferentes alcunhas para o tradicional petisco de boteco: suvaqueira, porpeta, porpetone, polpetone, almôndega, bola de carne, tapa na cara e por aí vai. (mais…)

  • Porpetemos! As melhores porpetas dos bares e botecos de Campinas

    Até mesmo entre especialistas, cozinheiros e botequeiros de plantão não há um consenso sobre o conceito do famoso tira-gosto. Em nossas andanças atrás das melhores porpetas de Campinas ouvimos de tudo, inclusive diferentes alcunhas para o tradicional petisco de boteco: suvaqueira, porpeta, porpetone, polpetone, almôndega, bola de carne, tapa na cara e por aí vai. (mais…)

  • Mulher gosta de bar e futebol sim senhor!

    A mulher do século XXI veste a camisa do seu time do coração, acompanha os jogos, se diverte, sai sozinha, vai a botecos e, às vezes, faz isso tudo de uma única vez. O clichêzão de que mulher não gosta de futebol e não frequenta bares já virou conto da carochinha.

    Mulheres tanto podem quanto devem e vão aos botecos para acompanhar clássicos e até jogos de várzea (sim, choquem). É cada vez mais comum encontrar uma mulher xingando o juiz, se exaltando com uma falta não marcada, indignada com a arbitragem favorecendo o time adversário. Nós sabemos muito bem que a arbitragem nunca está do lado do nosso time, certo? rs.
    Eu, sempre que possível, visto a camisa do meu Palmeiras e assisto aos jogos nos bares. Não me peça para ficar calada nas partidas, recatada e comportada, principalmente se for final de campeonato, pois eu usualmente “saio” do corpo. Me descabelo, roo as unhas, estalo os dedos, suo frio, perco a voz, mas até mesmo as derrotas valem a pena ao lado de um copo geladinho de breja e de uma porção, de preferência frita, pra acompanhar. Existe coisa melhor? Eu duvido!
    Não há nada como ficar com o coração na mão até os últimos minutos do segundo tempo, torcendo por um desempate, se arrepiar a cada pênalti cobrado ou se emocionar com uma vitória importante. Essa sensação de pertencimento e essa vibração ficam ainda melhores quando vividos em ambientes como dos botecos, nos quais todos estão sintonizados em uma mesma emoção e dividem uma mesma garrafa de cerveja.
    Nessa hora o adversário – até mesmo o corintiano – vira seu amigo, porque ao final uma coisa é certa, independente do resultado, todos vão beber, seja para comemorar ou afogar as mágoas da derrota. Eu estarei sempre disposta a essa aproximação, pois futebol não se trata (ou deveria não se tratar) de rivalidade, mas sim de estreitar laços e respeitar as diferenças.
     


    Andrea Nuñez,  jornalista (palmeirense) colaboradora do Cumbuca (saiba mais sobre a autora do artigo no QUEM FAZ)

  • Domingo, dia 17, tem Chefs na Praça em Campinas

    A edição deste ano do Chefs na Praça de Campinas acontece no próximo domingo, dia 17 de julho, das 10h às 17h, na Praça Carlos Gomes, e promete repetir o sucesso dos anos anteriores.

    O evento abre o Festival Gastronômico de Campinas e Região, que tem como tema “Sabores do Olimpo – uma volta ao mundo da gastronomia”, inspirado nos Jogos Olímpicos realizados este ano no Rio de Janeiro. O Festival segue até 14 de agosto nos restaurantes participantes.
    A proposta é valorizar a gastronomia local, utilizando o espaço público para colocar os chefs e restaurantes da região ao alcance da população e oferecendo pratos a preços acessíveis, com porções a R$ 5,00, R$ 10,00, R$ 15,00 e R$ 20,00.
    Estão previstas até 30 operações que servirão pratos salgados e doces de variados estilos gastronômicos, além de bebidas. Os restaurantes que integram o festival vão levar à praça a mesma inspiração que norteou a criação dos menus do evento: as Olimpíadas do Rio de Janeiro.
    Os restaurantes que já confirmaram presença no Chefs na Praça 2016 são:

    A Arteira – Gnochi de mandioca ao molho com porpetas caseiras – R$ 20,00

    Bar do Nicola – Bolt Bolado (churrasco de frango com tempero jamaicano e bacon, servido com geléia de abacaxi e pimenta) – R$ 10,00 duas unidades

    BelliniRavioli recheado com corte secreto – R$ 15,00

    Big Jack – Fritas ou Onion – R$ 15,00; Cheese Salada – R$ 20,00; Special Burger – R$ 20,00

    Bonelli Restaurante e Pizzaria – Polenta com molho de ragu de rabada – R$ 5,00; Polenta com molho de pernil – R$ 5,00; Sobremesa dos Deuses gregos – R$ 5,00

    Buffet Antonello – Paella Caipira – R$ 15,00; Cannoli – R$ 5,00

    Buffet Boca de Anjo – Espaguete de abobrinha italiana com molho de ragu de frango ou Palmito pupunha com cebola e limão siciliano – R$ 15,00

    Buffet Ramalho – Costela no Chimichurri com mandioca – R$ 10,00

    Campinas Café Festival – Arroz marroquino com salada árabe – R$ 15,00; doce árabe com limonada árabe – R$ 5,00; café árabe com doce árabe – R$ 5,00; café árabe ou espresso – R$ 3,00; limonada árabe ou doce árabe – R$ 3,00;

    Cayena Lazanha da Mami: Camadas de pasta, queijo e linguiça em texturas – R$ 15,00;  Arroz negro catalão com legumes mediterrâneos, camarão e lula em duas versões – R$ 20,00

    Don Manoel – Risoto de Bacalhau – R$ 20,00

    El Tambo – Fajitas de Pernil ou Frango – R$ 20,00; Risoto de quinua e camarão – R$ 20,00; Mini churros recheado – R$ 10,00

    Estação MarupiaraArroz negro com Jamon e ragu de carne suína com toque de cachaça – R$ 20,00; Abacaxi cozido em especiarias, espuma de doce de leite e crocante de coco – R$ 10,00

    Green House Gourmet – Coq au Vin com Risoto de Provolone e bacon frito – R$ 20,00; Risoto de Palmito com gengibre e Shimeji – R$ 15,00; Creme Brulé de baunilha – R$ 15,00

    Joe Leo´s – Salada All Green – R$ 10,00; Great Burger – R$ 20,00; New Slice Fries Potato com cheddar – R$ 15,00

    Kindai – Robata de Frango com Legumes – R$ 5,00; Robata de carne com legumes – R$ 10,00

    La Palette – Profiteroles recheados com sorvete de creme e calda de chocolate – R$ 10,00

    La Salamandra – Nachos Supreme – R$ 15,00; Fajita desconstruída – R$ 15,00; Risoto de Quinua – R$ 20,00

    Machuchos – Surpresa de chocolate – R$ 15,00; Paleta de Ninho trufa – R$ 10,00; Paleta de morango com leite condensado R$ 10,00

    MatisseRisoto de camarão, alho poró e surubim defumado – R$ 20,00; Sinfonia de chocolate – R$ 10,00

    Munay Cevicheria e Tartar – Ceviche Klasiku – R$ 15,00; Ceviche Mediterrâneo – R$ 15,00; Skordalia – R$ 10,00

    Madame Formiga – brigadeiro de colher – R$ 10,00; bolo de colher – R$ 15,00; caixa com quatro brigadeiros – R$ 15,00

    Original Cheese Cake – Cheesecake de Oreo Trufado – R$ 15,00; Cheesecake frutas vermelhas – R$ 15,00; Brownie Cheese Cake – R$ 15,00

    P.F. Chang´s – Mongolian Beef – R$ 20,00; Kun Pao Chicken – R$ 20,00; Fried Rice – R$ 10,00

    Prime ItalianRaviolli Prime com Polpetone – R$ 20,00

    Outback Steakhouse – Junior Ribs (meia costela de porco grelhada regada ao molho barbecue – máximos de três unidades por pessoa) – R$ 20,00; Porção de fritas temperadas – R$ 15,00

    Tenda do Padre (Paróquia São Charbel) –  Sanduíche Faláfel (R$ 10,00); Coalhada seca – R$ 5,00; Hommos – R$ 5,00

    Winebar on the road – Vinho tinto, branco ou espumante – R$ 12,00 a taça; suco de uva – R$ 8,00; drinks – R$ 15,00

    www.visitecampinas.com.br

  • Mulheres no boteco: Giovana

    Giovana Rodrigues Seabra, 24 anos

    No boteco, gosto do fato de que as coisas tem uma história e a sensação de descobrir essas histórias e ser um pouco parte delas

    Giovana, Gi ou ainda Gio, como é chamada pelos amigos, trabalha como repórter de rádio. A rotina agitada, correndo de uma pauta para outra, a apresentação do programa de entrevistas e agora também a pós-graduação em Gestão e Produção Cultural tomam boa parte do seu dia. Mas, mesmo com a loucura do trabalho e os diversos afazeres, Gi não dispensa um boteco quando tem a oportunidade.
    Pelo menos uma vez por semana ela sai com as amigas para botecar. Os motivos que a levam à mesa do bar são vários: bebericar uma cerveja gelada; apreciar porções simples, porém maravilhosas; sentir o clima descontraído do boteco e desfrutar de boas companhias. Enfim, só justos e bons motivos. Gi se diz apaixonada pela simplicidade com que os botequins conquistam as pessoas e as fazem vivenciar experiências memoráveis.
    O carro-chefe para ela em qualquer boteco são as cervejas, mas, vez ou outra ela experimenta algum drinque, uma caipirinha ou, se a casa tiver, um licor ou cachaça artesanal. Gi aprecia a combinação comida + bebida, mas confessa que a queda é maior pelas delícias da baixa gastronomia. Ela explica que isso se deve ao fato de que é nas porções, lanches e acompanhamentos, que se tem mais contato com a identidade e a essência de cada lugar.
    Suas comidinhas favoritas são os lanches boquinha de anjo, os bolinhos de aipim e os caldos. Além disso, ela se diz muito interessada em experimentar as variações de maionese e molhos que os botecos preparam, já que cada bar faz uma receita única com sua combinação de temperos secretos, deixando o petisco ainda melhor!
    “No boteco, gosto do fato de que as coisas tem uma história (especialmente nos botecos de bairro e/ou nos mais tradicionais) – o próprio local, as pessoas que trabalham lá, as que frequentam, uma porção, uma forma de preparo, uma bebida, enfim, é o que faz de cada boteco o que ele é – e da sensação de descobrir essas histórias e ser um pouco parte delas. Adoro o desapego de qualquer vaidade, formalidade. O boteco é o que ele é, quer você goste ou não, e ele meio que convida a gente a ser assim também, sabe, sem se reprimir”, comenta Giovana.
    Falando sobre machismo em bares, ela conta que: “O que mais me incomoda é quando percebo que sou mais respeitada quando tem homem na mesa ou quando direcionam o atendimento a ele”. Ela diz que já esteve em bares em que ofereciam cardápios de bebida “para ela”, com batidas de frutas e drinques sem álcool, reforçando aquela ideia (equivocada) de que mulher gosta de bebidas mais leves e adocicadas.
    Giovana reconhece a trajetória e a forte presença das mulheres nos botecos. Mesmo com os assédios, ela nota que as mulheres ocupam cada vez mais as mesas e reafirmam a independência e a liberdade. Porém, Gi defende que é preciso ampliar e muito essa discussão: “Afinal, ainda vivemos num mundo onde uma marca famosa de cerveja pode veicular amplamente uma campanha publicitária na qual sugere que as mulheres ‘esqueçam o não em casa’”. (referindo-se ao comercial da Skol que foi veiculado em 2015).
    “O que tem incomodado muita gente é que as mulheres não deixam passar. É comum ver relatos de assédio e abusos em bares famosos e tradicionais de Campinas. Alguns até de lugares que eu adoro. Poucos são os botecos que reconhecem que rolou abuso dentro do estabelecimento, menos ainda são os que se retratam. Apoio as manas que sentem vontade de boicotar e convidam outras mulheres a fazerem o mesmo. Na maioria dos casos é necessário sim. Mas também defendo a ideia de que, quanto mais pessoas conscientes ocuparem esses lugares, menos espaço sobra pra atitudes desrespeitosas, seja com quem for”, finaliza.

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  • Mulheres no boteco: Izadora combina música e cerveja nas idas aos bares

    Izadora Pimenta, 23 anos

    “Quando vou a algum bar faço questão de três coisas: cerveja bem gelada, ambiente agradável e boa companhia”

     
    Izadora Pimenta é jornalista por profissão e botequeira por opção. É vocal na banda Slow Jam Club que vem se apresentando atualmente nos bares do cenário alternativo de Campinas. Sua veia musical a leva constantemente aos bares seja para tocar, seja para apreciar um bom som ou prestigiar alguma banda ou cover. Mas Izadora não vive apenas de música e não dispensa um copo de cerveja, porções e um bate papo na mesa de bar.
    Ela conta que o que a leva aos bares é a soma de três fatores: boa companhia, bons preços e shows. Pelo menos a cada duas semanas vai a algum bar com o namorado, amigos e até mesmo com seus pais que compartilham seu gosto de botecar. Por não ser muito chegada a drinks mirabolantes, quase sempre pede cerveja. Esta dispensa misturas e ingredientes, ela se basta e fica ainda melhor com batata frita e coxinha (porções favoritas de Izadora). Ela compartilha a exigência da maioria das pessoas que vão a algum bar: quer cerveja bem gelada, ambiente agradável e boa companhia.
    Numa mesa de bar as horas passam sem nem se notar e entre um gole e outro as pessoas da mesa trocam lembranças, risadas e interagem num clima cordial. Mesmo nos momentos em que os humores se exaltam em discussões fervorosas, o que sobra ao final sempre é a camaradagem e o respeito pela diversidade de ideias. Não sabemos dizer, apenas sentir – essa sensação que só frequentadores de botecos sentem ao se sentar em uma mesa de bar e fazer de uma noite qualquer, um dia memorável.
    Apesar dos bons momentos, vez ou outra, pode-se presenciar alguma situação desagradável em um bar ou se sentir desconfortável com uma ou outra atitude machista. Izadora conta uma dessas situações: “O que mais me incomoda nos bares  é quando algum homem da mesa pede algum drink e quando as bebidas chegam, o garçom serve essa bebida para mim, achando que por ser mulher eu pedi o drink e não a cerveja ou chopp”.
    Mas, apesar dessas pequenas situações, ela conta que o cenário está mudando e que as mulheres hoje em dia têm mais consciência da sua independência e não ficam mais encabuladas em fazer algo que antes era visto como “exclusividade dos homens”. Mulheres também botecam, sim senhor!
     

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  • Miki Bar – Bar do Mês

    | Miki Bar  – Junho de 2016

    Se tivéssemos que escolher apenas uma imagem para representar o Miki Bar, seria uma fotografia da família, sem dúvidas.

    Desde 1982, há quase 34 anos, Miki, Virgínia (a irmã), Oswaldo (o cunhado) e Dona Luisa (a mãe) têm trabalhado com primor para conquistar os estômagos da vizinhança e ganhar fama na cidade. O Miki Bar já faz parte do retrato do Nova Europa e não é de hoje que conhecemos aquela esquina. (mais…)

  • O Lanche de Pernil do Miki Bar ainda vem com uma saladinha no capricho | Cumbuca Bares e Botecos de Campinas

    O Lanche de Pernil do Miki Bar ainda vem com uma saladinha no capricho | Cumbuca Bares e Botecos de Campinas

  • O Lanche de Pernil do Miki Bar ainda vem com uma saladinha no capricho | Cumbuca Bares e Botecos de Campinas

    O Lanche de Pernil do Miki Bar ainda vem com uma saladinha no capricho | Cumbuca Bares e Botecos de Campinas

  • Fotografamos o macarrão da mesa ao lado. Olha o capricho. Miki Bar | Cumbuca Bares e Botecos de Campinas

    Fotografamos o macarrão da mesa ao lado. Olha o capricho. Miki Bar | Cumbuca Bares e Botecos de Campinas