Mulheres no boteco: Bruna concilia profissão com lazer nos bares

“Tem todo tipo de boteco pra todo tipo de ocasião. É como escolher a roupa que vai usar: pra cada ocasião, um boteco diferente”

Bruna Volpi, 31 anos

 

Bruna Volpi é musicista e seu trabalho obrigatoriamente a leva a bares para cantar. Apesar da música ter uma grande influência nas suas idas aos bares, ela também revela que a cerveja, comida e o ambiente agradável pesam na hora de escolher um bar. Ela conta que suas idas aos bares são frequentes, de duas a (pasmem) seis vezes por semana! Seja para trabalhar ou se divertir, Bruna divide a mesa com amigos, músicos e namorado.

Ela vai mais para curtir o som e beber sua cervejinha ou chope do que para comer e confessa evitar as frituras dos bares, principalmente por ser uma frequentadora semanal assídua dos botecos. Conta que sua dieta no dia a dia é muito saudável e que sente falta de opções de pratos mais leves nos bares. Comenta que algumas vezes come em casa antes de sair, pois sabe que no bar não haverá opções para ela. Quando a fome ataca ela conta que se rende aos sempre deliciosos lanches.

Bruna conta que o que mais aprecia nos bares é o entrosamento com os amigos em um clima descontraído regado a um som de fundo que dá o ritmo certo para se divertir. Agora, sobre o que a incomoda ela desabafa: “Sendo mulher, uma coisa que incomoda nos bares são os banheiros. Principalmente quando falta papel e quando a porta não tranca. Não costumo pegar banheiros sujos demais, mas esses dois outros fatores aparecem com frequência e são muito desconfortáveis”.

Bruna conta que suas idas aos bares e seu apreço pela arte de botecar vêm de muito tempo. Adora sair e jogar conversa fora com os amigos e até mesmo marcar reuniões em botecos, pois conta que podem ser muito produtivas. A combinação música + bar é o que mais a encanta, poder ouvir um samba de responsa, um jazz, uma MPB, conhecer gente, comemorar alegrias, esquecer tristezas, experimentar sabores… e pontua: “Tem todo tipo de boteco pra todo tipo de ocasião. É como escolher a roupa que vai usar: pra cada ocasião, um boteco diferente”, destaca.

Nesse clima de nostalgia ela lembra de uma dentre as muitas histórias curiosas que vivenciou nesse tempo todo de botecagem: “Estava no colégio ainda. Devia ter 15 ou 16 anos. Na frente da minha escola tinha um grande estacionamento. Dentro desse estacionamento tinha um boteco. Um boteco bem pequeno, só com um balcão, algumas cadeiras e uma mesa de sinuca. Certo dia, eu e uma amiga resolvemos matar aula pra ficar neste boteco. Não foi pra beber não (até porque, éramos menores de idade e o povo acho que nem venderia pra nós). Era só pra ficar lá no boteco mesmo, batendo papo e brincando de sinuca (porque jogar mesmo a gente não sabia jogar). O que não sabíamos era que a diretora da escola estacionava o carro dela neste mesmo estacionamento e neste dia chegou um pouco depois do horário de início das aulas. Fomos pegas em flagrante e tivemos que deixar nosso boteco pra outro dia.”

Siga a Bruna Volpi no facebook : www.facebook.com/BrunaVolpiOficial

Gostou? Participe também contando o que você mais gosta nos bares e botecos!

Comentários

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *